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07/12/2013
20:11

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, ou Vasco, ou Fluminense, ou os dois cairão para a Segunda Divisão. Mesmo num time rival, Oswaldo de Oliveira, que já dirigiu ambos, lamenta a situação. O técnico do Botafogo não considera a queda uma vergonha, mas explica que traz muitos prejuízos aos grandes clubes, principalmente no aspecto financeiro e do investimento.

- A perda é lamentável. Mas aprendemos a conviver com isso durante os anos. Era inimaginável há 15 anos um clube da grandeza de Vasco, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Palmeiras, Santos, Corinthians, de Atlético-MG e Cruzeiro, na série B. Aconteceu com muitos deles. É uma coisa que aceitamos hoje em dia. Não é vergonha, mas cai rendimento, investimento, tem vários prejuízos. Dentro da visão comercial do futebol, das tradições que esses clubes envolvem, esse clube tem de correr atrás para que isso não aconteça. Minha torcida é para que ninguém caia, mas infelizmente já caiu. Qualquer brasileiro contra estrangeiro eu torço para o brasileiro - comentou.

Enquanto isso, pelo Botafogo, Oswaldo de Oliveira tenta classificar a equipe para a Libertadores do ano que vem. Para conseguir o objetivo, tem de vencer o Criciúma, domingo, no Maracanã, e torcer para o Atlético-PR perder para o Vasco, em Joinville, e para o Goiás não vencer o Santos, no Serra Dourada. Caso apenas um dos adversários tropece, o Alvinegro dependerá da derrota da Ponte Preta para o Lanús, na decisão da Sul-Americana. O jogo de ida, no Pacaembu, terminou 1 a 1, e a volta será disputada na próxima quarta-feira, no "La Fortaleza".