icons.title signature.placeholder Ivo Felipe
18/12/2013
08:25

Se no futebol a técnica da Seleção Brasileira prevalece sobre os rivais, no handebol feminino a equipe nacional se vale da força para lograr êxito. Nesta qurta-feira, nas quartas de final do Mundial da Sérvia, contra a Hungria, às 14h30 (de Brasília), o Brasil entrará na quadra da Arena Belgrado apostando em uma marcação dura para chegar à inédita fase semifinal do torneio.

Nada que envergonhe as jogadoras. Pelo contrário. Na fala das atletas, a estratégia de defesa é o grande trunfo para trazê-las até aqui.

A tática deixa o Brasil longe de ser um exemplo de fair play. No ranking divulgado pela Federação Internacional (IHF), o time dirigido pelo dinamarquês Morten Soubak é o último colocado neste quesito.

A equipe soma 32 punições de dois minutos e 20 cartões amarelos em seis jogos (veja mais detalhes abaixo).

– Tentamos fazer o maior número de faltas possíveis. Este é o nosso estilo, ter uma defesa forte, fechada ali no meio para facilitar o trabalho das goleiras. Até agora, tem funcionado – confirmou Duda Amorim, ao L!Net.

De fato, nas partidas decorridas na Sérvia, foi comum ver adversárias irritando-se com a estratégia brasileira. Quando um ataque se desenvolve em um ritmo muito rápido, prontamente é parado pela Seleção.

Curiosamente, o jogo desta quarta-feira colocará frente a frente dois times de estilos opostos. Enquanto o Brasil é o mais faltoso, a Hungria é o time mais disciplinado entre os classificados para as quartas. São 16 dois minutos e 15 cartões amarelos.

Confira quem são as seleções mais faltosas do Mundial de Handebol de 2013

1 - Brasil (32 punições de dois minutos e 20 cartões amarelos)
2 - Holanda (29 punições de dois minutos e 18 cartões amarelos)
3 - Dinamarca (28 punições de dois minutos e 18 cartões amarelos)
4 - França (27 punições de dois minutos e 19 cartões amarelos)
5 - Noruega (25 punições de dois minutos e 17 cartões amarelos)