icons.title signature.placeholder Jonas Moura
01/12/2013
08:08

Se na Superliga Feminina o Molico/Osasco e a Unilever dedicem o título há oito anos, pelo menos no Campeonato Paulista o panorama é outro. Com 14 finais no currículo, o time de São Paulo encara hoje o Sesi-SP, que pela primeira vez disputará uma decisão de estadual. As equipes se enfrentam em jogo único às 14h, no Ginásio José Liberatti, em Osasco (SP).

Nos últimos 12 anos, o Osasco ficou fora da decisão apenas em 2010, quando Pinheiros e Vôlei Futuro duelaram pelo título, com vitória do primeiro. Até aquela época, o domínio do atual campeão era facilitado pelo número pequeno de concorrentes de alto investimento.

Criado em 2011 na versão feminina, o Sesi apareceu para tentar mudar essa história. Porém, só conseguiu a terceira colocação nos últimos dois anos. Desta vez, após grandes atuações diante do Vôlei Amil na semifinal, a equipe comandada pelo ex-levantador Talmo finalmente alcançou a meta.

Diferentemente da fase anterior, a decisão acontecerá em apenas um duelo. O Osasco, que superou o Pinheiros na semifinal, mandará a partida por ter feito melhor campanha que o rival na primeira fase.

– Acho que o fator casa pode influenciar. Nossa torcida tem ajudado muito nos últimos jogos. Precisamos sacar bem e executar em quadra as estratégias traçadas pelo Luizomar – disse a líbero Camila Brait.

Campeão da Copa São Paulo em 2012 e 2013, o Sesi aposta em uma arma que tem muito a dizer sobre o Molico/Osasco. A oposto Ivna defendeu as cores do adversário nas últimas duas temporadas, quando era reserva de Sheilla. Por isso, conhece bem o clima de uma decisão. No ano passado, ela levantou a taça na vitória sobre o Vôlei Amil. Em 2011, ficou com o vice-campeonato, após sua equipe perder para o Vôlei Futuro.

– O time delas é muito alto. Sabemos que será difícil vencê-las, mas temos uma grande comissão técnica. Melhoramos nosso entrosamento e treinamos forte para chegar bem preparadas – afirmou a oposto.