icons.title signature.placeholder Marcelo Braga
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03/07/2013
07:06

A liberação da Conmebol à presença dos torcedores do Corinthians no jogo desta quarta-feira, que passou por cima de uma suspensão que a própria entidade havia aplicado à Fiel em competições internacionais, abreviou o reencontro de Danilo Silva de Oliveira, de 28 anos, com uma das coisas que ele mais ama: ver o Timão no estádio.

Privado deste direito desde 20 de fevereiro, quando a polícia boliviana o prendeu junto de outros 11 corintianos na penitenciária San Pedro de Oruro (BOL), acusados da morte do jovem Kevin Espada, ele será um dos pouco mais de três mil corintianos que farão barulho nessa decisão.

– Estou com vontade demais de ver o Corinthians, enfim vou matar a saudade. A sensação é única de voltar ao estádio, mas para ficar completa só com todos juntos.

Danilo e outros seis torcedores chegaram ao Brasil no dia 9 de junho, um dia depois da última partida do Timão no Brasileirão antes da parada da Copa das Confederações, no empate sem gols contra a Portuguesa. Outros cinco corintianos ainda estão presos na Bolívia. Por isso, o grito que mais quer soltar vai além do resultado do jogo:

– Um grito que quero cantar? Particularmente nenhum, mas só pelo fato de ter uma vida normal de novo, quero gritar gol e liberdade. Liberdade para os cinco manos!

Os corintianos ainda presos são todos membros da Gaviões da Fiel. Os advogados, embora otimistas pela soltura, não apontam prazos.

A liberação da Conmebol à presença dos torcedores do Corinthians no jogo desta quarta-feira, que passou por cima de uma suspensão que a própria entidade havia aplicado à Fiel em competições internacionais, abreviou o reencontro de Danilo Silva de Oliveira, de 28 anos, com uma das coisas que ele mais ama: ver o Timão no estádio.

Privado deste direito desde 20 de fevereiro, quando a polícia boliviana o prendeu junto de outros 11 corintianos na penitenciária San Pedro de Oruro (BOL), acusados da morte do jovem Kevin Espada, ele será um dos pouco mais de três mil corintianos que farão barulho nessa decisão.

– Estou com vontade demais de ver o Corinthians, enfim vou matar a saudade. A sensação é única de voltar ao estádio, mas para ficar completa só com todos juntos.

Danilo e outros seis torcedores chegaram ao Brasil no dia 9 de junho, um dia depois da última partida do Timão no Brasileirão antes da parada da Copa das Confederações, no empate sem gols contra a Portuguesa. Outros cinco corintianos ainda estão presos na Bolívia. Por isso, o grito que mais quer soltar vai além do resultado do jogo:

– Um grito que quero cantar? Particularmente nenhum, mas só pelo fato de ter uma vida normal de novo, quero gritar gol e liberdade. Liberdade para os cinco manos!

Os corintianos ainda presos são todos membros da Gaviões da Fiel. Os advogados, embora otimistas pela soltura, não apontam prazos.