icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela
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20/07/2013
21:15

Torcedores comuns do São Paulo protestavam no portão principal do Morumbi após a derrota para o Cruzeiro - sétima seguida - e criticavam a diretoria quando foram impedidos por membros das duas principais organizadas do clube de prosseguirem com as manifestações contra Juvenal Juvêncio e seus dirigentes. A Polícia Militar já havia sido acionada e isolava o portão quando a Tricolor Independente e a Dragões da Real assumiram o protesto.

Um dos líderes da Independente tomou as rédeas, pediu silêncio e falou que as críticas à diretoria eram vetadas. Afirmou que o alvo do protesto seria o elenco, e passou a comandar os gritos.

O "Fora, Juvenal" dos torcedores comuns deu lugar a críticas a Lúcio, Paulo Henrique Ganso, Denilson e a quase todos os outros atletas, somadas aos pedidos por reforços. Alguns gritos que não acompanhavam as manifestações contra os jogadores, que se manifestavam contra Juvenal Juvêncio, eram respondidos pela organizada com insultos.

O mais surpreendente foi o insulto ao ex-superintendente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, que será candidato à presidência em abril de 2014. Após os gritos contra o elenco, membros das duas organizadas ofenderam o ex-dirigente, que hoje faz oposição a Juvenal Juvêncio, relembraram sua passagem pelo Santos e não fizeram menção à atual diretoria.

O técnico Paulo Autuori e o goleiro Rogério Ceni foram os únicos poupados pelos membros das organizadas. Após a entrevista coletiva do treinador no Morumbi, o ônibus com a delegação são-paulina deixou o estádio levando apenas o lateral argentino Clemente Rodríguez, Douglas, Autuori e outros membros da comissão técnica, e foi aplaudido de forma irônica pelos torcedores à frente do portão.

Assista aos gols da derrota do São Paulo para o Cruzeiro por 3x0

Torcedores comuns do São Paulo protestavam no portão principal do Morumbi após a derrota para o Cruzeiro - sétima seguida - e criticavam a diretoria quando foram impedidos por membros das duas principais organizadas do clube de prosseguirem com as manifestações contra Juvenal Juvêncio e seus dirigentes. A Polícia Militar já havia sido acionada e isolava o portão quando a Tricolor Independente e a Dragões da Real assumiram o protesto.

Um dos líderes da Independente tomou as rédeas, pediu silêncio e falou que as críticas à diretoria eram vetadas. Afirmou que o alvo do protesto seria o elenco, e passou a comandar os gritos.

O "Fora, Juvenal" dos torcedores comuns deu lugar a críticas a Lúcio, Paulo Henrique Ganso, Denilson e a quase todos os outros atletas, somadas aos pedidos por reforços. Alguns gritos que não acompanhavam as manifestações contra os jogadores, que se manifestavam contra Juvenal Juvêncio, eram respondidos pela organizada com insultos.

O mais surpreendente foi o insulto ao ex-superintendente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, que será candidato à presidência em abril de 2014. Após os gritos contra o elenco, membros das duas organizadas ofenderam o ex-dirigente, que hoje faz oposição a Juvenal Juvêncio, relembraram sua passagem pelo Santos e não fizeram menção à atual diretoria.

O técnico Paulo Autuori e o goleiro Rogério Ceni foram os únicos poupados pelos membros das organizadas. Após a entrevista coletiva do treinador no Morumbi, o ônibus com a delegação são-paulina deixou o estádio levando apenas o lateral argentino Clemente Rodríguez, Douglas, Autuori e outros membros da comissão técnica, e foi aplaudido de forma irônica pelos torcedores à frente do portão.

Assista aos gols da derrota do São Paulo para o Cruzeiro por 3x0