icons.title signature.placeholder Amélia Sabino e Michel Castellar
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12/07/2013
08:27

A disposição das torcidas organizadas nas arquibancadas ainda está sendo discutida e, por enquanto, ainda não há definição para a partida do dia 21, no clássico entre Fluminense e Vasco, que vai marcar a reabertura do estádio para clubes após a reforma. Por ora, nenhuma determinação sobre banimento de bandeiras e instrumentos musiciais foi tomada. A construtora Odebrecht, maior controladora do Complexo Maracanã Entretenimento S.A, também tem participação na gestão da Fonte Nova, onde o acesso das organizadas é normal.

- Nada da torcida e do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nós conversamos ainda, até porque fechamos ontem à tarde (quarta). Este é um segundo ponto - disse o presidente da Maracanã S.A, João Borba.



Uma outra questão que deve ser resolvida até o dia 21 é o serviço para os torcedores. Os preços no Maracanã não deverão ser tão caros como foram para os torcedores durante a Copa das Confederações, em junho. No evento Fifa, um simples pacote de pipoca era vendido a R$ 10 e uma água a R$ 6, o que causou muitas reclamações de torcedores na época.

- Estamos conversando com as empresas prestadoras de serviço. O conceito é que você sempre tenha uma gama de serviços para todas as categorias, da arquibancada ao VVIP. No entorno ou dentro. Você tem que ter dentro do estádio uma pipoca a R$ 1 mas você tem que ter um caviar a R$ 1 mil, em um exemplo exagerado - concluiu Borba.

A disposição das torcidas organizadas nas arquibancadas ainda está sendo discutida e, por enquanto, ainda não há definição para a partida do dia 21, no clássico entre Fluminense e Vasco, que vai marcar a reabertura do estádio para clubes após a reforma. Por ora, nenhuma determinação sobre banimento de bandeiras e instrumentos musiciais foi tomada. A construtora Odebrecht, maior controladora do Complexo Maracanã Entretenimento S.A, também tem participação na gestão da Fonte Nova, onde o acesso das organizadas é normal.

- Nada da torcida e do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nós conversamos ainda, até porque fechamos ontem à tarde (quarta). Este é um segundo ponto - disse o presidente da Maracanã S.A, João Borba.



Uma outra questão que deve ser resolvida até o dia 21 é o serviço para os torcedores. Os preços no Maracanã não deverão ser tão caros como foram para os torcedores durante a Copa das Confederações, em junho. No evento Fifa, um simples pacote de pipoca era vendido a R$ 10 e uma água a R$ 6, o que causou muitas reclamações de torcedores na época.

- Estamos conversando com as empresas prestadoras de serviço. O conceito é que você sempre tenha uma gama de serviços para todas as categorias, da arquibancada ao VVIP. No entorno ou dentro. Você tem que ter dentro do estádio uma pipoca a R$ 1 mas você tem que ter um caviar a R$ 1 mil, em um exemplo exagerado - concluiu Borba.