icons.title signature.placeholder RADAR/POOL - Diário Olé (ARG)
25/02/2015
14:30

A Academia tem ambição, jogo e eficácia. Não precisa brilhar para se impor e fazer que a diferença se note em campo. Camacho pela esquerda, Acuña pela direita  põem velocidade, mudanças de ritmo e se entendem barbaramente com os atacantes. Quando se somam ao ataque, dá a impressão de que a qualquer momento poderá chegar ao gol.E quando avançam, têm variações, toque de bola, claras situações de gol. E tem Bou em seu melhor momento. Indiscutível. Fez hat-tricks em duas partidas  E se fez três diante do Guarani, não marcou mais porque perdeu várias chances. Isso mostra como este time cria chances de gol (Oliveira/Defensor e Julio dos Santos/Cerro).  Os artilheiros da Libertadores de 2014 marcaram cinco gols. Bou já tem seis. Em dois jogos.

Porém, a Academia é mais do que isso. Porque o meio de campo não falha. Está firme com Videla e Aued. Atrás mostra uma solidez fundamental e ali nasce o jogo. Eles não apenas defendem, iniciam as jogadas. Um dos primeiros gols do Racing foi iniciado assim.

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Houve um momento que o Racing se desconcentrou, quando Santander anotou o gol de honra dos visitantes. Se havia perdido tantas chances e o jogo estava só 2 a 1... Porém, o Racing tem Bou, que se mostra ligado. E assim ele liquidou a partida

Bou, alías, quando marcou pela primeira vez, fez o gol 100 do Racing na história da Libertadores.

- Me disseram que eu poderia entrar para a história. Por sorte, fiz o gol e consegui.  Aqui no Racing estou cumprindo sonhos. Mas eu e o time sabemos que ainda teremos de melhorar muito. teve um momento que nos perdemos, quando o Guarani diminuiu para 2 a 1 e entrou no jogo depois do nosso time ter perdido várias chances para liquidar a partida - disse Bou.

Por Leon Rodriguez Bruno (Olé)