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23/11/2014
16:52

A ideia de que as organizações devem ser geridas estrategicamente é um consenso na sociedade atual. Conceber uma estratégia, caso a caso, é algo que faz com que as instituições maximizem suas performances ao longo do tempo.

Quando se concebe a estratégia de uma organização, três conceitos são relevantes: visão de futuro, atenção ao ambiente externo e construção de diferenciais.

Organizações que possuem uma boa estratégia olham para o futuro, têm uma perspectiva de longo prazo. Basicamente, define-se metas futuras a serem alcançadas, programando-se um caminho para atingi-las – o chamado Planejamento Estratégico.

Organizações que se pretendem saudáveis devem olhar de forma atenciosa para o ambiente externo e, em especial, para o seu conjunto de consumidores, para o seu mercado. Não que o ambiente interno não seja importante, mas as demandas internas devem ser estruturadas a partir da definição do que se pretende ofertar ao ambiente externo, que garante a sustentabilidade do negócio ao longo do tempo.

A construção de diferenciais é algo imprescindível para que as organizações sejam prósperas. Fazer a mesma coisa que os concorrentes, só que melhor, não garante o sucesso. O que abre as portas para o êxito é fazer diferente, é inovar, com intuito de se obter vantagens competitivas.

Infelizmente, são poucos os clubes de futebol brasileiros que possuem uma estratégia própria. Os pouco que o fazem, têm estratégias falhas. Duvida? Então, qual é a estratégia de seu clube de coração? Saberia enunciá-la?

O fato dos clubes brasileiros não privilegiarem uma visão estratégica pode explicar muito sobre a indigente situação do futebol brasileiro, sob o ponto de vista da gestão: para quem não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve, e nenhum dos caminhos possíveis leva ao lugar almejado.