icons.title signature.placeholder Guilherme Cardoso
10/03/2014
09:06

– Essa equipe atual que temos é mais ou menos. Vamos prepará-la para o Mundial (em outubro, na China) e ver o que dá.

A opinião acima é de Oleg Ostapenko, atual auxiliar técnico do russo Alexander Alexandrov na Seleção Brasileira de ginástica artística feminina. Uma declaração de peso, que já comandou as meninas em tempos de conquistas de 2001 a 2008.

Após um período afastado do Brasil, o ucraniano retornou para o país em 2011 para cuidar de um projeto em Curitiba. Voltou a trabalhar com a equipe nacional a pouco tempo.

Avesso a dar entrevistas, o treinador usa respostas secas e rápidas. Mas não foge das perguntas.

– Temos boas meninas, a maioria do Rio de Janeiro, mas são muito jovens. Apostamos que vão melhorar. É uma entressafra, algo que acontece. mas o trabalho poderia estar mais avançado – avaliou.

Da geração vencedora que trabalhou com Oleg, Daniele Hypolito e Jade Barbosa permanecem no grupo. O resto do grupo nos Jogos Sul-Americanos foi formado por Isabelle Cruz, Lorrane dos Santos, Julie Kim Simon e Juliana Santos.

Na prova individual geral, sábado, Jade levou o ouro e Julie, o bronze. Já na disputa por equipes, as brasileiras ficaram em primeiro.

Mesmo assim, o trabalho vai ser árduo até a Rio-2016. E Ostapenko sabe muito bem disso.

*O repórter viaja a convite do COB