icons.title signature.placeholder Luiz Carlos Ferreira
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12/07/2013
15:14

Novo técnico da Seleção Brasileira feminina de ginástica artística, o russo Alexandre Alexandrov foi apresentado nesta sexta-feira na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na Barra da Tijuca (RJ), já pedindo melhorias na estrutura para que o país consiga alcançar uma medalha na Olimpíada de 2016, no Rio. Para o treinador, é necessário que a equipe tenha um ginásio próprio para fazer sua preparação para os Jogos.

Atualmente, não há ginásios aptos para treinamentos da Seleção na cidade, já que o velódromo, que vinha sendo usado pelos atletas, teve de ser demolido para a construção de um novo para a Olimpíada .Até a construção de uma casa para a Seleção no Rio, o time permanecerá treinando no município de Três Rios (RJ).

- Acho importante ter um ginásio maior aqui no Rio. Tudo será muito mais fácil. Essa é uma prática mundial, ter para a seleção nacional seu próprio ginásio. Assim fica muito mais fácil atingir os resultados. As melhores seleções mundiais sempre têm um ginásio próprio, é a base do sucesso - disse Alexandrov.

O gerente de alto rendimento da entidade, Jorge Bichara, disse que o COB já negocia com o governo federal e empresas privadas a construção de um novo ginásio. Entretanto, não há previsão para um novo ginásio no Rio.

- Temos negociações com o governo federal e proprietários privados e vamos encontrar uma solução - disse Bichara.

Alexandrov, que ganhou seis medalhas com a equipe russa e viu sua pupila Aliya Mustafina ser ouro nas barras assimétricas em Londres-2012,soma ainda outros pódios nas Olimpíadas de Atenas-2004, Atlanta-1996, Barcelona-1992 e Seul-1988. Ele foi contratado pelo COB em negociação que começou no fim do ano passado, com acordo até 2016. A intenção é que além da conquista de uma medalha nos Jogos, ele deixe um legado para atletas e treinadores.

- O patamar dele é da elite de treinadores. Os treinadores brasileiros estão muito bem, mas precisam dessa experiência. É uma mudança que transforma a capacidade dos treinadores de formarem grandes atletas - disse a coordenadora técnica de ginástica feminina da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Gerogete Vidor.

O primeiro contato de Alexandrov com as atletas será na próxima semana, quando será realizado um período de treinos de segunda até sábado em Três Rios (RJ). Pouco mais de 20 ginastas irão participar das atividades, que visam a formação da Seleção para o Mundial da Antuérpia (BEL), que começa em setembro.

Novo técnico da Seleção Brasileira feminina de ginástica artística, o russo Alexandre Alexandrov foi apresentado nesta sexta-feira na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na Barra da Tijuca (RJ), já pedindo melhorias na estrutura para que o país consiga alcançar uma medalha na Olimpíada de 2016, no Rio. Para o treinador, é necessário que a equipe tenha um ginásio próprio para fazer sua preparação para os Jogos.

Atualmente, não há ginásios aptos para treinamentos da Seleção na cidade, já que o velódromo, que vinha sendo usado pelos atletas, teve de ser demolido para a construção de um novo para a Olimpíada .Até a construção de uma casa para a Seleção no Rio, o time permanecerá treinando no município de Três Rios (RJ).

- Acho importante ter um ginásio maior aqui no Rio. Tudo será muito mais fácil. Essa é uma prática mundial, ter para a seleção nacional seu próprio ginásio. Assim fica muito mais fácil atingir os resultados. As melhores seleções mundiais sempre têm um ginásio próprio, é a base do sucesso - disse Alexandrov.

O gerente de alto rendimento da entidade, Jorge Bichara, disse que o COB já negocia com o governo federal e empresas privadas a construção de um novo ginásio. Entretanto, não há previsão para um novo ginásio no Rio.

- Temos negociações com o governo federal e proprietários privados e vamos encontrar uma solução - disse Bichara.

Alexandrov, que ganhou seis medalhas com a equipe russa e viu sua pupila Aliya Mustafina ser ouro nas barras assimétricas em Londres-2012,soma ainda outros pódios nas Olimpíadas de Atenas-2004, Atlanta-1996, Barcelona-1992 e Seul-1988. Ele foi contratado pelo COB em negociação que começou no fim do ano passado, com acordo até 2016. A intenção é que além da conquista de uma medalha nos Jogos, ele deixe um legado para atletas e treinadores.

- O patamar dele é da elite de treinadores. Os treinadores brasileiros estão muito bem, mas precisam dessa experiência. É uma mudança que transforma a capacidade dos treinadores de formarem grandes atletas - disse a coordenadora técnica de ginástica feminina da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Gerogete Vidor.

O primeiro contato de Alexandrov com as atletas será na próxima semana, quando será realizado um período de treinos de segunda até sábado em Três Rios (RJ). Pouco mais de 20 ginastas irão participar das atividades, que visam a formação da Seleção para o Mundial da Antuérpia (BEL), que começa em setembro.