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09/11/2013
20:17

Uma rivalidade histórica dentro e fora dos gramados pode renascer neste mês nas arquibancadas. Em novembro, Flamengo e Vasco têm jogos decisivos e as respetivas torcidas duelam para ver quem leva mais gente ao Maracanã. O sucesso nas bilheterias para o confronto entre Flamengo e Goiás, na última quarta-feira, e para Vasco e Santos, neste domingo, fez com que as provocações entre rubro-negros e cruz-maltinos se tornassem ainda mais acirradas, mesmo que ambos não estejam frente a frente em campo.

Até mesmo o ex-goleiro vascaíno e atual preparador de goleiro Carlos Germano entrou na onda e disse que os vascaínos dariam um "show na molambada" ao lotar o Maracanã. Por outro lado, os rubro-negros lembram a diferença do preço nos ingressos. Enquanto o valor das entradas para o jogo do rubro-negro foi, no mínimo, R$ 100, a diretoria do Vasco fez uma promoção e colocou os ingressos a R$ 10.

Na última quarta-feira, o Flamengo colocou 49.421 pagantes no Maracanã para o jogo que garantiu a classificação à final da Copa do Brasil. Neste domingo, a expectativa é de que o Vasco consiga bater este público, chegando a 51.600 pagantes. Até a publicação desta matéria, restavam apenas 400 ingressos.

As enormes filas não evidenciam os momentos distintos que vivem os times na temporada - enquanto o Flamengo pensa na conquista da Copa do Brasil, o Vasco briga contra o rebaixamento. Porém, não diminuiu as acaloradas discussões nas redes sociais e nem mesmo o eterno debate sobre o "tamanho" dos clubes. Sobrou até mesmo para Fluminense e Botafogo.

O Rubro-Negro deverá jogar até o fim da temporada no Maracanã, tendo o restante do Brasileiro e o jogo final da Copa do Brasil. Já o Vasco, diante do sucesso que se tornaram as partidas contra o Goiás, pela Copa do Brasil, e Santos, pelo Brasileiro, já estuda utilizar o estádio e usar a força da torcida para escapar da Série B.

Um ano que começou de forma nada promissora para os dois times - que tiveram campanhas ruins no Estadual - pode terminar, ao menos, demonstrando ainda o poder que têm nas arquibancadas.