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07/04/2014
12:24

A Nissan anunciou nesta segunda-feira que selou uma parceria global de quatro anos com a Liga dos Campeões da Europa e a Super Copa, ambas organizadas pela Uefa (União das Federações Europeias de Futebol). O contrato passa a valer a partir da temporada 2014/15. Segundo a fabricante de automóveis, é o maior acordo assinado pela empresa.

A marca japonesa terá direitos sobre os jogos, sessões de treinamento antes das partidas, conteúdo, mídias, centro de hospitalidade, eventos e a grande final. A iniciativa faz parte da campanha desenvolvida pela multinacional, denominada "Innovating to excite" (Inovação para emocionar).

- Inovação para emocionar é o que a Nissan faz e, como parceiro da UEFA, buscaremos introduzir novas maneiras para enriquecer a experiência da Liga dos Campeões - diz Roel de Vries, vice-presidente corporativo e diretor global de marketing e comunicação da Nissan.

De Vries valorizou a parceria com a maior competição entre clubes da Europa, que é acompanhada por quatro bilhões de pessoas em todo o mundo. A Nissan conta com esta audiência para que sua marca chegue a novos públicos e mantê-la em evidência durante o calendário do futebol europeu.

- O torneio de futebol de maior prestígio da Europa será uma plataforma global importante para a Nissan. Nosso objetivo é mostrar aos fãs de todo o mundo a emoção do futebol e dos nossos carros. Ambos são criados por pessoas incríveis, que têm paixão por aquilo que fazem - completa o executvo.

Além do acordo com a Uefa, a montadora patrocina os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, a Copa das Nações da África, liga canadense de futebol e o corredor Usain Bolt.

A filial da Nissan no Brasil assinou um acordo de patrocínio ao Vasco por quatro anos, em julho de 2013. Porém, em dezembro, rescindiu o contrato com o clube, dando como justificativa as cenas de barbárie que ocorreram no dia 8 de dezembro na Arena Joinville, quando torcedores cruz-maltinos e do Atlético-PR se envolveram em uma briga generalizada, na última rodada do Campeonato Brasileiro. O valor previsto era de R$ 7 milhões por ano aos cariocas.