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23/07/2013
11:45

Os episódios dos últimos dias envolvendo o São Paulo e a Torcida Tricolor Independente reavivaram um antigo debate sobre a relação de clubes com suas torcidas organizadas. No sábado, integrantes da uniformizada são-paulina impediram que torcedores comuns protestassem contra Juvenal Juvêncio, Adalberto Baptista e membros da diretoria após a derrota para o Cruzeiro, no Morumbi.

No domingo, participaram de um churrasco na sede social do clube, evento que acabou em confusão após discussão entre Juvenal e partidários da oposição. Contudo, não é só no São Paulo que a conexão entre membros das organizadas e dirigentes é estreita. LANCE!Net dá um panorama do funcionamento da relação nos rivais:

Relação Corinthians/organizadas:

Oficialmente, o clube diz que não financia ingressos e viagens da Gaviões da Fiel e nem de nenhuma outra torcida organizada. Os diretores dizem que o balancente prova que não há repasse de dinheiro. Andrés, Raul Correa e muitos outros, porém, vieram de torcidas organizadas e têm boa relação com todos eles. Os ingressos vão para as quadras e o dinheiro volta para o Corinthians.

Relação Santos/organizadas:

A relação entre a diretoria do Santos e as organizadas do clube é próxima. Dirigentes do clube costumam se reunir com as lideranças da Torcida Jovem e da Sangue Jovem, as duas principais uniformizadas do clube. Nos encontros, são discutidos rumos do time, ajuda em caravanas, ingressos e outros assuntos. O presidente Luis Alvaro Ribeiro já admitiu isso em entrevistas no passado. As organizadas recebem ingressos de graça. Alguns são distribuídos, outros vendidos. O clube também fornece ônibus para jogos fora de casa às vezes.

Relação Palmeiras/organizadas:

Antes o Palmeiras liberava ingressos mais baratos para as organizadas e quando os jogos eram no exterior os torcedores - qualquer um que fosse ao hotel do time pedir, não só organizada - poderiam pedir que a diretoria dava o ingresso. Depois da confusão na Argentina (após a derrota para o Tigre, pela Libertadores), o clube cortou qualquer relação com as organizadas e continua assim até hoje.

Os episódios dos últimos dias envolvendo o São Paulo e a Torcida Tricolor Independente reavivaram um antigo debate sobre a relação de clubes com suas torcidas organizadas. No sábado, integrantes da uniformizada são-paulina impediram que torcedores comuns protestassem contra Juvenal Juvêncio, Adalberto Baptista e membros da diretoria após a derrota para o Cruzeiro, no Morumbi.

No domingo, participaram de um churrasco na sede social do clube, evento que acabou em confusão após discussão entre Juvenal e partidários da oposição. Contudo, não é só no São Paulo que a conexão entre membros das organizadas e dirigentes é estreita. LANCE!Net dá um panorama do funcionamento da relação nos rivais:

Relação Corinthians/organizadas:

Oficialmente, o clube diz que não financia ingressos e viagens da Gaviões da Fiel e nem de nenhuma outra torcida organizada. Os diretores dizem que o balancente prova que não há repasse de dinheiro. Andrés, Raul Correa e muitos outros, porém, vieram de torcidas organizadas e têm boa relação com todos eles. Os ingressos vão para as quadras e o dinheiro volta para o Corinthians.

Relação Santos/organizadas:

A relação entre a diretoria do Santos e as organizadas do clube é próxima. Dirigentes do clube costumam se reunir com as lideranças da Torcida Jovem e da Sangue Jovem, as duas principais uniformizadas do clube. Nos encontros, são discutidos rumos do time, ajuda em caravanas, ingressos e outros assuntos. O presidente Luis Alvaro Ribeiro já admitiu isso em entrevistas no passado. As organizadas recebem ingressos de graça. Alguns são distribuídos, outros vendidos. O clube também fornece ônibus para jogos fora de casa às vezes.

Relação Palmeiras/organizadas:

Antes o Palmeiras liberava ingressos mais baratos para as organizadas e quando os jogos eram no exterior os torcedores - qualquer um que fosse ao hotel do time pedir, não só organizada - poderiam pedir que a diretoria dava o ingresso. Depois da confusão na Argentina (após a derrota para o Tigre, pela Libertadores), o clube cortou qualquer relação com as organizadas e continua assim até hoje.