icons.title signature.placeholder Luis Fernando Ramos
04/07/2014
09:00

Felipe Massa recebeu uma camisa da Seleção Brasileira com o número 200 e seu nome estampado nas costas - e a assinatura dos outros pilotos do grid na parte da frente. Em dia de jogo decisivo da Copa do Mundo, o presente marca um final de semana especial para a carreira do piloto da Williams, seu 200º GP na Fórmula 1.

- Faço um balanço positivo, foi uma carreira melhor do que eu imaginava quando era criança. Consegui chegar na Fórmula 1, pilotar excelentes carros de grandes equipes. Ainda não estou na minha última corrida, mas tenho de ficar contente com minha carreira até aqui - afirmou o piloto, que correu por Sauber, Ferrari e Williams.

Dentro dessa reflexão de sua trajetória na Fórmula 1, Massa relembrou com carinho suas duas vitórias em Interlagos, em 2006 e 2008. E o desgosto vivido com o “Crashgate” de Cingapura-2008 e a ordem de equipe recebida no GP da Alemanha de 2010.

- É impossível lembrar de cada uma das corridas. As mais marcantes para mim o são por terem sido positivas e negativas. Nunca posso esquecer da minha primeira vitória no Brasil, que era um sonho de qualquer brasileiro. Também venci lá de novo em 2008, disputando o campeonato. E também não vou esquecer outras duas provas: na Alemanha, em 2010, quando eu tive de passar por um momento muito difícil e em Cingapura, em 2008. Foi um momento muito triste em que eu perdi muito - disse.

Aos 33 anos de idade, Massa não acha que o auge de sua carreira já passou. A pole position conquistada na corrida passada em Mônaco é um indício disso.

- Faz parte sentir que não tenho a agilidade dos 20 anos. Mas tenho mais experiência e isso acaba ajudando porque era algo que eu não tinha lá atrás. Não é porque eu passei da metade da minha carreira que não posso ser competitivo. Sou capaz de bater qualquer um do meu lado - garantiu.