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27/08/2015
09:52

O senador Romário (PSB-RJ) informou, na noite desta quarta-feira, em seu perfil em redes sociais, que o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, entrou com pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para evitar a quebra de sigilo bancário e fiscal aprovada pela Comissão Parlamentar de Inquérito CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), presidida pelo ex-atacante, que investiga irregularidades no futebol brasileiro. O pedido de Del Nero, segundo o parlamentar, foi feito na semana passada.

De acordo com Romário, o ministro do STF, Edson Fachin, deu um prazo de 24 horas para que a CPI justifique o pedido feito contra o presidente Marco Polo.

A CPI do futebol, idealizada pelo senador Romário, logo após a prisão do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, em maio, na Suíça, por envolvimento em casos de corrupção na Fifa, é composta também pelos senadores Humberto Costa (PT-PE), Zezé Perrella (PDT-MG), Ciro Nogueira (PP-PI), Donizeti Nogueira (PT-TO), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Romero Jucá (PMDB-RR), Omar Aziz (PSD-AM), Álvaro Dias (PSDB-PR), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Fernando Collor (PTB-AL) e pelo deputado Paulo Bauer (PSDB-SC).

A intenção é investigar contratos firmados pelas gestões da CBF, inclusive os feitos com as empresas ISE e Plausus, responsáveis por organizar e comercializar jogos da Seleção Brasileira desde 2006, época em que a Confederação Brasileira de Futebol era presidida por Ricardo Teixeira, que renunciou ao cargo em 2012. A comissão já conseguiu aprovar o pedido para quebra de sigilo fiscal e bancário do empresário Wagner Abrahão, da área de turismo, e que tem ligação CBF há 20 anos.

Confira a mensagem postada por Romário na noite passada:

"Galera,

O presidente da CBF contratou um dos escritórios mais caros do Brasil para evitar a quebra de seu sigilo bancário e fiscal. Ele entrou com um pedido no STF e o ministro Edson Fachin deu um prazo de 24h para a CPI do Futebol apresentar informações que justificaram a solicitação de quebra de sigilos.

Até amanhã enviaremos um peça bem fundamentada para o Supremo, argumentos não faltam. Mas vale aquela máxima: quem não deve não teme!"

O senador Romário (PSB-RJ) informou, na noite desta quarta-feira, em seu perfil em redes sociais, que o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, entrou com pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para evitar a quebra de sigilo bancário e fiscal aprovada pela Comissão Parlamentar de Inquérito CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), presidida pelo ex-atacante, que investiga irregularidades no futebol brasileiro. O pedido de Del Nero, segundo o parlamentar, foi feito na semana passada.

De acordo com Romário, o ministro do STF, Edson Fachin, deu um prazo de 24 horas para que a CPI justifique o pedido feito contra o presidente Marco Polo.

A CPI do futebol, idealizada pelo senador Romário, logo após a prisão do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, em maio, na Suíça, por envolvimento em casos de corrupção na Fifa, é composta também pelos senadores Humberto Costa (PT-PE), Zezé Perrella (PDT-MG), Ciro Nogueira (PP-PI), Donizeti Nogueira (PT-TO), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Romero Jucá (PMDB-RR), Omar Aziz (PSD-AM), Álvaro Dias (PSDB-PR), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Fernando Collor (PTB-AL) e pelo deputado Paulo Bauer (PSDB-SC).

A intenção é investigar contratos firmados pelas gestões da CBF, inclusive os feitos com as empresas ISE e Plausus, responsáveis por organizar e comercializar jogos da Seleção Brasileira desde 2006, época em que a Confederação Brasileira de Futebol era presidida por Ricardo Teixeira, que renunciou ao cargo em 2012. A comissão já conseguiu aprovar o pedido para quebra de sigilo fiscal e bancário do empresário Wagner Abrahão, da área de turismo, e que tem ligação CBF há 20 anos.

Confira a mensagem postada por Romário na noite passada:

"Galera,

O presidente da CBF contratou um dos escritórios mais caros do Brasil para evitar a quebra de seu sigilo bancário e fiscal. Ele entrou com um pedido no STF e o ministro Edson Fachin deu um prazo de 24h para a CPI do Futebol apresentar informações que justificaram a solicitação de quebra de sigilos.

Até amanhã enviaremos um peça bem fundamentada para o Supremo, argumentos não faltam. Mas vale aquela máxima: quem não deve não teme!"