icons.title signature.placeholder Guilherme Abrahão e Rodrigo Lois
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03/07/2013
08:35

A negociação de Thiago Neves para o Al Hilal (SAU) significaria um tanque de oxigênio para as finanças do Fluminense, hoje sufocadas. O clube saudita ofereceu aproximadamente R$ 18 milhões pelo jogador. Como o Flu é dono de 20% de seus direitos econômicos (os outros 80% são da patrocinadora Unimed-Rio), a venda dele renderia algo próximo de R$ 3,6 milhões.

Isso seria mais do que o suficiente para pagar a folha salarial de todo o Fluminense, que gira em torno de R$ 2,1 milhões. Os vencimentos do departamento de futebol são divididos em 70% para a Unimed-Rio e 30% para o Flu. Devido às recentes penhoras enfrentadas pelo clube, por parte da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, houve um atraso de cerca de dez dias para quitar os vencimentos de maio. Além disso, a diretoria ainda não sabe como irá honrar com o mês de junho. A solução da última vez foi a antecipação das mensalidades dos sócios.

Quando contratou Thiago Neves junto ao próprio Al Hilal, o Fluminense pagou no início do ano passado, via parceria Unimed Participações, cerca de R$ 16,2 milhões. Uma quantia bem semelhante à apresentada pelo Al Shabab (SAU), outro clube árabe interessado em contar com o jogador. A proposta salarial do primeiro foi superior à do segundo. Aliás, a saída do camisa 10 também seria benéfica nessa questão salarial, já que ele é um dos atletas com os maiores vencimentos do elenco.

Thiago Neves já se reuniu com representantes do Al Hilal e tomou conhecimento da oferta. Ele é aguardado na próxima semana para realizar exames médicos e assinar um novo vínculo com o clube árabe, que deve ser de duas temporadas. O tempo de duração do contrato era algo importante para ele, que não pretende ficar longe do Brasil durante um período muito grande.

A negociação de Thiago Neves para o Al Hilal (SAU) significaria um tanque de oxigênio para as finanças do Fluminense, hoje sufocadas. O clube saudita ofereceu aproximadamente R$ 18 milhões pelo jogador. Como o Flu é dono de 20% de seus direitos econômicos (os outros 80% são da patrocinadora Unimed-Rio), a venda dele renderia algo próximo de R$ 3,6 milhões.

Isso seria mais do que o suficiente para pagar a folha salarial de todo o Fluminense, que gira em torno de R$ 2,1 milhões. Os vencimentos do departamento de futebol são divididos em 70% para a Unimed-Rio e 30% para o Flu. Devido às recentes penhoras enfrentadas pelo clube, por parte da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, houve um atraso de cerca de dez dias para quitar os vencimentos de maio. Além disso, a diretoria ainda não sabe como irá honrar com o mês de junho. A solução da última vez foi a antecipação das mensalidades dos sócios.

Quando contratou Thiago Neves junto ao próprio Al Hilal, o Fluminense pagou no início do ano passado, via parceria Unimed Participações, cerca de R$ 16,2 milhões. Uma quantia bem semelhante à apresentada pelo Al Shabab (SAU), outro clube árabe interessado em contar com o jogador. A proposta salarial do primeiro foi superior à do segundo. Aliás, a saída do camisa 10 também seria benéfica nessa questão salarial, já que ele é um dos atletas com os maiores vencimentos do elenco.

Thiago Neves já se reuniu com representantes do Al Hilal e tomou conhecimento da oferta. Ele é aguardado na próxima semana para realizar exames médicos e assinar um novo vínculo com o clube árabe, que deve ser de duas temporadas. O tempo de duração do contrato era algo importante para ele, que não pretende ficar longe do Brasil durante um período muito grande.