icons.title signature.placeholder Pedro Scapin
27/06/2014
11:46

Há uma semana atrás, durante exames físicos, o estudante e pivô da Universidade de Baylor Isaiah Austin foi diagnosticado com síndrome de Marfan, uma rara desordem genética que afeta o coração. A descoberta da doença fez com que a carreira do jovem jogador terminasse antes mesmo de começar nos profissionais.

Na noite desta quinta, quando se realizou draft da NBA, o Comissário Adam Silver, responsável pelos anúncios das escolhas das franquias, convidou Austin ao palco para que o pivô fosse homenageado com uma escolha simbólica e para que ele realizasse, pelo menos uma parte do sonho de todo garoto que um dia vislumbrou a possibilidade de jogar basquete. Assim como é de praxe no evento, Isaiah posou para fotos com o executivo da NBA, com o detalhe de estar usando um boné genérico da organização americana.

Futuro fora das quadras

Essa não foi a única surpresa que Austin teve na noite. Após a cerimônia, a Universidade de Baylor, localizada em Waco, no Texas, ofereceu a Isaiah um cargo de treinador. Além disso, o Comissário Silver também garantiu um emprego ao jovem, assim que ele se formar.

A síndrome de Marfan

A Síndrome de Marfan é uma doença congênita hereditária do tecido conjuntivo descrita pelo pediatra francês, Antoine Bernard-Jean Marfan, em 1896. Um dos problemas que a doença pode causar é a deformidade do coração, causando uma dilatação da aorta. Além disso, problemas oculares e esqueléticos também são características da sídrome. Estima-se que uma em dez mil pessoas são afetadas pela doença.