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25/07/2013
15:13

A ponteira Natália só falará sobre o caso de doping em que se envolveu após o novo julgamento. A jogadora, que está treinando com a Seleção Brasileira em Saquarema (RJ) para a disputa do Grand Prix, chegou a cumprir suspensão preventiva de 30 dias, mas foi absolvida e recebeu pedido de desculpa por susposto erro do laboratório Ladetec. Segundo a assessoria da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), como não existem novidades sobre o caso, a atleta somente voltará ao assunto quando o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do Vôlei der o veredicto.

A decisão por um novo julgamento foi revelada pelo presidente da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), Ary Graça. A novidade é que agora o Ladetec será ouvido no tribunal. Em contato com o LANCE!Net, o STJD confirmou que promotoria do órgão recorreu do resultado na última semana e disse que ainda não há data marcada para a próxima audiência. Para isso, será levado em consideração também um período para que a ponteira prepare sua defesa.

Natália chegou a cumprir suspensão preventiva de 30 dias devido a exame feito em 16 de março e que teria indicado a presença da substância 16-OH prednisolona acima do nível permitido, que é 30ng/ml. Na ocasião, o relator Luiz Correa Meyer apontou que o laudo mostrava que a concentração da substância estava dentro do exigido e que o Ladetec teria falhado em sua avaliação. Ela recebeu ainda um pedido de desculpas do STJD.

Entretanto, a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) confirmou ao L!Net que não houve imprecisão na análise do Ladetec. A entidade disse ainda que o laudo registrou concentração acima de 100 ng/ml para 16-OH prednisolona, resultado que indica a necessidade de investigação por doping. Ela destaca ainda que não foi solicitada uma contraprova.

A substância, que consta na lista de proibições da Agência Mundial Antidoping (Wada) durante competições, é encontrada principalmente em remédios para asma. É proibida ainda pela Wada a ingestão via oral, retal e por injeção intramuscular e intravenosa, sendo permitida via aerosol.

A ponteira Natália só falará sobre o caso de doping em que se envolveu após o novo julgamento. A jogadora, que está treinando com a Seleção Brasileira em Saquarema (RJ) para a disputa do Grand Prix, chegou a cumprir suspensão preventiva de 30 dias, mas foi absolvida e recebeu pedido de desculpa por susposto erro do laboratório Ladetec. Segundo a assessoria da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), como não existem novidades sobre o caso, a atleta somente voltará ao assunto quando o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do Vôlei der o veredicto.

A decisão por um novo julgamento foi revelada pelo presidente da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), Ary Graça. A novidade é que agora o Ladetec será ouvido no tribunal. Em contato com o LANCE!Net, o STJD confirmou que promotoria do órgão recorreu do resultado na última semana e disse que ainda não há data marcada para a próxima audiência. Para isso, será levado em consideração também um período para que a ponteira prepare sua defesa.

Natália chegou a cumprir suspensão preventiva de 30 dias devido a exame feito em 16 de março e que teria indicado a presença da substância 16-OH prednisolona acima do nível permitido, que é 30ng/ml. Na ocasião, o relator Luiz Correa Meyer apontou que o laudo mostrava que a concentração da substância estava dentro do exigido e que o Ladetec teria falhado em sua avaliação. Ela recebeu ainda um pedido de desculpas do STJD.

Entretanto, a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) confirmou ao L!Net que não houve imprecisão na análise do Ladetec. A entidade disse ainda que o laudo registrou concentração acima de 100 ng/ml para 16-OH prednisolona, resultado que indica a necessidade de investigação por doping. Ela destaca ainda que não foi solicitada uma contraprova.

A substância, que consta na lista de proibições da Agência Mundial Antidoping (Wada) durante competições, é encontrada principalmente em remédios para asma. É proibida ainda pela Wada a ingestão via oral, retal e por injeção intramuscular e intravenosa, sendo permitida via aerosol.