icons.title signature.placeholder Guilherme Borini
icons.title signature.placeholder Guilherme Borini
10/07/2013
21:47

O Nacional-AM venceu a Ponte Preta, por 1 a 0, no estádio Moisés Lucarelli, e abriu vantagem no confronto da terceira fase da Copa do Brasil. O resultado deixa a equipe amazonense mais perto de fazer história e chegar pela primeira vez nas oitavas de final da competição. As equipes voltam a se enfrentar no próximo dia 24, em Manaus.

O técnico Paulo César Carpegiani escalou a Ponte com um time misto, com apenas três titulares - o goleiro Roberto, o zagueiro Diego Sacoman e o atacante Chiquinho. A equipe esbarrou na grande atuação do goleiro Igor e na trave, que evitou três gols pontepretanos.

O JOGO

O time da casa começou dando pinta que atropelaria o adversário. Logo no primeiro lance de jogo, Roger Gaúcho avançou driblando os adversários e foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Chiquinho acertou pela primeira vez a trave do goleiro Igor. Mas este foi o único lance de verdadeiro perigo para o time da casa no primeiro tempo.

Mais interessado na partida, o Nacional mostrou mais entrosamento e dominou a maior parte da primeira etapa. Aos sete minutos, o meia Dinamite assustou o goleiro pontepretano com um chute de fora da área que passou perto.

A Macaca não conseguia armar jogadas e a única forma de levar perigo foi através da bola parada. Após rebote de cobrança de escanteio, o zagueiro César subiu mais alto que a zaga adversária e quase surpreendeu o goleiro do Naça.

No segundo tempo pouca coisa mudou. A partida seguiu em ritmo lento e o técnico Paulo César Carpegiani tentou dar um ânimo na equipe aos 12 minutos com duas alterações: o titular Rildo no lugar de Everton Santos e Adrianinho na vaga de Roger Gaúcho.

Graças às mudanças a Ponte voltou a levar perigo. Aos 19 minutos, Adrianinho bateu de fora da área e exigiu uma grande defesa do goleiro Igor e a bola raspou o travessão. Cinco minutos depois, Adrianinho fez belo lançamento que deixou Rildo na cara do gol,  mas o goleiro do Naça salvou novamente.

Quando a Ponte ensaiava uma pressão para conseguir o gol, o Nacional aproveitou um contra-ataque e abriu o placar. Aos 29 minutos, Danilo Rios aproveitou cruzamento da direita e bateu cruzado, sem chances para o goleiro Roberto.

Chiquinho, de falta, e Alemão, de cabeça, acertaram novamente a trave do Naça, que se segurou e levou a vantagem para Manaus. Os 2,5 mil torcedores da Ponte Preta que compareceram ao Moisés Lucarelli se dividiram no final do jogo com vaias pela derrota e aplausos pela possível eliminação, que garantiria vaga na Copa Sul-Americana, inédita na história do clube campineiro.

No próximo dia 24, as equipes voltam a se enfrentar em Manaus. A Macaca precisa  de uma vitória por dois gols de diferença para seguir na competição. Se o time campineiro vencer por 1 a 0, a decisão irá para os pênaltis.

O Nacional-AM venceu a Ponte Preta, por 1 a 0, no estádio Moisés Lucarelli, e abriu vantagem no confronto da terceira fase da Copa do Brasil. O resultado deixa a equipe amazonense mais perto de fazer história e chegar pela primeira vez nas oitavas de final da competição. As equipes voltam a se enfrentar no próximo dia 24, em Manaus.

O técnico Paulo César Carpegiani escalou a Ponte com um time misto, com apenas três titulares - o goleiro Roberto, o zagueiro Diego Sacoman e o atacante Chiquinho. A equipe esbarrou na grande atuação do goleiro Igor e na trave, que evitou três gols pontepretanos.

O JOGO

O time da casa começou dando pinta que atropelaria o adversário. Logo no primeiro lance de jogo, Roger Gaúcho avançou driblando os adversários e foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Chiquinho acertou pela primeira vez a trave do goleiro Igor. Mas este foi o único lance de verdadeiro perigo para o time da casa no primeiro tempo.

Mais interessado na partida, o Nacional mostrou mais entrosamento e dominou a maior parte da primeira etapa. Aos sete minutos, o meia Dinamite assustou o goleiro pontepretano com um chute de fora da área que passou perto.

A Macaca não conseguia armar jogadas e a única forma de levar perigo foi através da bola parada. Após rebote de cobrança de escanteio, o zagueiro César subiu mais alto que a zaga adversária e quase surpreendeu o goleiro do Naça.

No segundo tempo pouca coisa mudou. A partida seguiu em ritmo lento e o técnico Paulo César Carpegiani tentou dar um ânimo na equipe aos 12 minutos com duas alterações: o titular Rildo no lugar de Everton Santos e Adrianinho na vaga de Roger Gaúcho.

Graças às mudanças a Ponte voltou a levar perigo. Aos 19 minutos, Adrianinho bateu de fora da área e exigiu uma grande defesa do goleiro Igor e a bola raspou o travessão. Cinco minutos depois, Adrianinho fez belo lançamento que deixou Rildo na cara do gol,  mas o goleiro do Naça salvou novamente.

Quando a Ponte ensaiava uma pressão para conseguir o gol, o Nacional aproveitou um contra-ataque e abriu o placar. Aos 29 minutos, Danilo Rios aproveitou cruzamento da direita e bateu cruzado, sem chances para o goleiro Roberto.

Chiquinho, de falta, e Alemão, de cabeça, acertaram novamente a trave do Naça, que se segurou e levou a vantagem para Manaus. Os 2,5 mil torcedores da Ponte Preta que compareceram ao Moisés Lucarelli se dividiram no final do jogo com vaias pela derrota e aplausos pela possível eliminação, que garantiria vaga na Copa Sul-Americana, inédita na história do clube campineiro.

No próximo dia 24, as equipes voltam a se enfrentar em Manaus. A Macaca precisa  de uma vitória por dois gols de diferença para seguir na competição. Se o time campineiro vencer por 1 a 0, a decisão irá para os pênaltis.