icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela
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10/07/2013
07:25

Muricy Ramalho aceitaria, sim, receber menos do que os R$ 700 mil que ganhava no Santos para voltar ao São Paulo agora. Nos últimos dias, a diretoria do clube, que tem Paulo Autuori como prioridade, não citou o nome de Muricy, mas falou diversas vezes que a questão financeira era um dos pontos mais importantes para definir o novo nome a comandar o São Paulo. Informalmente, dirigentes disseram que Muricy não aceitaria se adequar ao teto salarial do clube.

Mas Muricy nega. Além de não ter sido procurado pelo São Paulo, mesmo desempregado, o treinador aceitaria receber metade do que ganhava no Santos para retornar ao clube no qual se formou como treinador, ao lado de Telê Santana, e pelo qual foi tricampeão brasileiro em 2006, 2007 e 2008. Passagem que foi encerrada em 2009, após o quarto fracasso na Copa Libertadores e desgaste com elenco e diretoria.

Em contato com o LANCE!Net, nesta terça-feira, Muricy Ramalho afirmou que não foi consultado em nenhum momento pela diretoria sobre a possibilidade de voltar, desde o início do processo de demissão de Ney Franco até o presente momento. Questionado sobre a prioridade do clube a Paulo Autuori, deixou as portas abertas para o São Paulo.

– Isso é com a diretoria. No futebol tudo pode acontecer. Eu estou livre, estou no mercado, recebo algumas coisas, então vamos ver – afirmou o treinador.

O argumento de que a questão financeira impediria o acerto com Muricy Ramalho não pode ser mais usado pela diretoria. A questão política, no entanto, complica um reencontro entre as partes. Segundo a diretoria, o vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, é contrário ao retorno de Muricy ao Morumbi. Ele nega, no entanto, que tenha imposto qualquer bloqueio ao treinador.

Leco está fora da diretoria de futebol, mas pode vir a ser o presidente do São Paulo em abril de 2014. Juvenal tem o nome dele e do vice social Roberto Natel como preferidos para sua sucessão, e definirá o candidato no fim deste ano.

Fora do futebol, dirigentes pressionam por Muricy

O encaminhamento por Paulo Autuori no São Paulo deixou alguns membros da diretoria – fora do departamento de futebol – incomodados. Dirigentes que não participam da escolha do novo treinador do São Paulo têm reclamado que não contratar Muricy Ramalho neste momento, desempregado, poderá deixar torcedores e conselheiros insatisfeitos.

Esta ala que não concorda com a escolha de Paulo Autuori como prioridade cita até pesquisas de aceitação da torcida como termômetro. Fala também dos gritos que se tornaram recorrentes no Morumbi, com pedidos pela volta do técnico tricampeão brasileiro.

Muricy Ramalho serviria para Juvenal Juvêncio como alternativa para praticamente garantir o candidato da situação nas eleições de abril de 2014. O presidente vem perdendo popularidade no Conselho e conseguiria recuperar aceitação com a contratação de Muricy, que agrada à enorme maioria.

Muricy Ramalho aceitaria, sim, receber menos do que os R$ 700 mil que ganhava no Santos para voltar ao São Paulo agora. Nos últimos dias, a diretoria do clube, que tem Paulo Autuori como prioridade, não citou o nome de Muricy, mas falou diversas vezes que a questão financeira era um dos pontos mais importantes para definir o novo nome a comandar o São Paulo. Informalmente, dirigentes disseram que Muricy não aceitaria se adequar ao teto salarial do clube.

Mas Muricy nega. Além de não ter sido procurado pelo São Paulo, mesmo desempregado, o treinador aceitaria receber metade do que ganhava no Santos para retornar ao clube no qual se formou como treinador, ao lado de Telê Santana, e pelo qual foi tricampeão brasileiro em 2006, 2007 e 2008. Passagem que foi encerrada em 2009, após o quarto fracasso na Copa Libertadores e desgaste com elenco e diretoria.

Em contato com o LANCE!Net, nesta terça-feira, Muricy Ramalho afirmou que não foi consultado em nenhum momento pela diretoria sobre a possibilidade de voltar, desde o início do processo de demissão de Ney Franco até o presente momento. Questionado sobre a prioridade do clube a Paulo Autuori, deixou as portas abertas para o São Paulo.

– Isso é com a diretoria. No futebol tudo pode acontecer. Eu estou livre, estou no mercado, recebo algumas coisas, então vamos ver – afirmou o treinador.

O argumento de que a questão financeira impediria o acerto com Muricy Ramalho não pode ser mais usado pela diretoria. A questão política, no entanto, complica um reencontro entre as partes. Segundo a diretoria, o vice-presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, é contrário ao retorno de Muricy ao Morumbi. Ele nega, no entanto, que tenha imposto qualquer bloqueio ao treinador.

Leco está fora da diretoria de futebol, mas pode vir a ser o presidente do São Paulo em abril de 2014. Juvenal tem o nome dele e do vice social Roberto Natel como preferidos para sua sucessão, e definirá o candidato no fim deste ano.

Fora do futebol, dirigentes pressionam por Muricy

O encaminhamento por Paulo Autuori no São Paulo deixou alguns membros da diretoria – fora do departamento de futebol – incomodados. Dirigentes que não participam da escolha do novo treinador do São Paulo têm reclamado que não contratar Muricy Ramalho neste momento, desempregado, poderá deixar torcedores e conselheiros insatisfeitos.

Esta ala que não concorda com a escolha de Paulo Autuori como prioridade cita até pesquisas de aceitação da torcida como termômetro. Fala também dos gritos que se tornaram recorrentes no Morumbi, com pedidos pela volta do técnico tricampeão brasileiro.

Muricy Ramalho serviria para Juvenal Juvêncio como alternativa para praticamente garantir o candidato da situação nas eleições de abril de 2014. O presidente vem perdendo popularidade no Conselho e conseguiria recuperar aceitação com a contratação de Muricy, que agrada à enorme maioria.