icons.title signature.placeholder Ivo Felipe
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30/07/2013
06:17

A decisão anunciada na última segunda-feira pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, de manter as instalações do Parque Aquático Júlio de Lamare, já repercute na natação brasileira. Nesta terça-feira, os nadadores que participaram das eliminatórias do Mundial de Esportes Aquáticos de Barcelona (ESP) já se manifestaram à respeito da mudança. E mostraram-se satisfeito com o caminho seguido pelo mandatário.

Classificados para as semifinais dos 50m peito, João Gomes Jr. e Felipe Lima foram os primeiros a falar sobre o tema. Como não poderia deixar de ser, ressaltaram a história do parque aquático, e comemoraram o recuo do governo carioca em demolir o De Lamare para dar lugar a um estacionamento no Complexo Maracanã - a ser utilizado na Copa do Mundo de 2014.

- Todos os brasileiros têm história naquela piscina, já que ela foi palco de grandes competições. Eu ficaria bem triste se o Brasil fizesse esta falta de respeito conosco. Não tem o porquê de demolir. Gastaria-se muito mais para demolir do que para construir outro - disse João Gomes Jr.

- É uma excelente notícia (a da não-demolição). Eu a recebi nesta terça pela manhã, e isso representa muito para todos nós. É algo que fortalece a natação e o esporte dentro do Brasil - completou Felipe Lima, medalhista de bronze nos 100m peito.

Mais um a comentar o tema foi Leonardo de Deus. Classificado para a semifinal dos 200m borboleta, ele chamou de "tapa na cara" do esporte brasileiro o fato de tentarem demolir o Júlio de Lamare.

- Uma piscina tão boa, com tantos recordes, tanta história, não poderia ser demolida para virar um estacionamento. Acho que estariam dando um tapa na cara da natação brasileira. Ainda bem que o governo decidiu manter o parque aquático - disse.

Ainda nesta terça-feira, o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - Coaracy Nunes, deve manifestar-se sobre o tema. Ele está em Barcelona, onde acompanha a delegação brasileira que ainda disputa o Mundial.

A decisão anunciada na última segunda-feira pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, de manter as instalações do Parque Aquático Júlio de Lamare, já repercute na natação brasileira. Nesta terça-feira, os nadadores que participaram das eliminatórias do Mundial de Esportes Aquáticos de Barcelona (ESP) já se manifestaram à respeito da mudança. E mostraram-se satisfeito com o caminho seguido pelo mandatário.

Classificados para as semifinais dos 50m peito, João Gomes Jr. e Felipe Lima foram os primeiros a falar sobre o tema. Como não poderia deixar de ser, ressaltaram a história do parque aquático, e comemoraram o recuo do governo carioca em demolir o De Lamare para dar lugar a um estacionamento no Complexo Maracanã - a ser utilizado na Copa do Mundo de 2014.

- Todos os brasileiros têm história naquela piscina, já que ela foi palco de grandes competições. Eu ficaria bem triste se o Brasil fizesse esta falta de respeito conosco. Não tem o porquê de demolir. Gastaria-se muito mais para demolir do que para construir outro - disse João Gomes Jr.

- É uma excelente notícia (a da não-demolição). Eu a recebi nesta terça pela manhã, e isso representa muito para todos nós. É algo que fortalece a natação e o esporte dentro do Brasil - completou Felipe Lima, medalhista de bronze nos 100m peito.

Mais um a comentar o tema foi Leonardo de Deus. Classificado para a semifinal dos 200m borboleta, ele chamou de "tapa na cara" do esporte brasileiro o fato de tentarem demolir o Júlio de Lamare.

- Uma piscina tão boa, com tantos recordes, tanta história, não poderia ser demolida para virar um estacionamento. Acho que estariam dando um tapa na cara da natação brasileira. Ainda bem que o governo decidiu manter o parque aquático - disse.

Ainda nesta terça-feira, o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos - Coaracy Nunes, deve manifestar-se sobre o tema. Ele está em Barcelona, onde acompanha a delegação brasileira que ainda disputa o Mundial.