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30/08/2015
07:44

O Brasil encerrou sua participação no Mundial de Atletismo, em Pequim, na China, neste domingo, de forma discreta e sem nenhuma medalha na maratona feminina. Com dores no abdômen, Roselaine Benites precisou de atendimento médico nos quilômetros 31 e 35, mas conseguiu terminar a prova. Roselaine concluiu o percurso de 42,125km em 2h49s28, ficando com a 47ª colocação. Michele das Chagas abandonou antes do quilômetro 15.

A etíope Mare Dibaba venceu a prova com o tempo de 2h27m3 e conquistou a medalha de ouro. A queniana Helap Kiprop ficou com a prata, e Eurine Kirwa, do Bahrein - tricampeã da Meia Maratona do Rio de Janeiro, ficou com a medalha de bonze.

- Senti muita dor e pensei em parar, mas me atenderam e falei que ia continuar. Vim na raça. Vi muita gente mesmo passando mal, entrando na ambulância. Fiquei assustada, nunca vi tanta gente assim. Não foi por causa do calor porque estava bem agradável para correr. Foi assustador, algumas tentaram voltar, depois paravam. Depois do (km) 35 me senti melhor. Perdia uns 3 minutos em cada atendimento. Eu respirava fundo, caminhei um pouco até aliviar, para depois voltar a correr - disse Roselaine.

Michele chorou muito ao abandonar a prova. Ela tem uma hérnia e com dores no tornozelo, e ficou sem condições de permanecer na disputa até o fim.

O Brasil encerrou sua participação no Mundial de Atletismo, em Pequim, na China, neste domingo, de forma discreta e sem nenhuma medalha na maratona feminina. Com dores no abdômen, Roselaine Benites precisou de atendimento médico nos quilômetros 31 e 35, mas conseguiu terminar a prova. Roselaine concluiu o percurso de 42,125km em 2h49s28, ficando com a 47ª colocação. Michele das Chagas abandonou antes do quilômetro 15.

A etíope Mare Dibaba venceu a prova com o tempo de 2h27m3 e conquistou a medalha de ouro. A queniana Helap Kiprop ficou com a prata, e Eurine Kirwa, do Bahrein - tricampeã da Meia Maratona do Rio de Janeiro, ficou com a medalha de bonze.

- Senti muita dor e pensei em parar, mas me atenderam e falei que ia continuar. Vim na raça. Vi muita gente mesmo passando mal, entrando na ambulância. Fiquei assustada, nunca vi tanta gente assim. Não foi por causa do calor porque estava bem agradável para correr. Foi assustador, algumas tentaram voltar, depois paravam. Depois do (km) 35 me senti melhor. Perdia uns 3 minutos em cada atendimento. Eu respirava fundo, caminhei um pouco até aliviar, para depois voltar a correr - disse Roselaine.

Michele chorou muito ao abandonar a prova. Ela tem uma hérnia e com dores no tornozelo, e ficou sem condições de permanecer na disputa até o fim.