icons.title signature.placeholder LEO BURLÁ E RODRIGO CERQUEIRA
13/06/2014
21:10

Xingado, perseguido e alvo de vaias. A sexta-feira 13 de Diego Costa é para ser esquecido na Arena Fonte Nova, em Salvador, palco da goleada por 5 a 1 da Holanda sobre a Espanha, pelo Grupo B da Copa do Mundo. Com tranquilidade, o jogador deixou claro que o clima que enfrentou em sua estreia em Mundiais já era até esperado, e que não guarda mágoas de Felipão, que o criticou bastante quando escolheu defender a Fúria.

- Acho que isso tudo aconteceu por conta da minha escolha, tanta polêmica por uma simples escolha que eu fiz. Mas eu sabia que isso poderia acontecer. Os brasileiros vão estar com a Seleção Brasileira e o Felipão é o técnico. Temos que respeitar. Foi uma coisa que no momento aconteceu, e que não preciso mais voltar nisso - afirmou o atacante hispano-brasileiro.

Diego Costa também havia passado pelo mesmo problema durante os treinos da Espanha no CT do Caju, em Curitiba. No trabalho que a Fúria realizou com a presença do público, torcedores que ficaram em uma laje próxima ao local o chamaram de "Diego traíra", assim como um pequeno grupo que estava na arquibancada.

Na sua primeira entrevista no Brasil quando chegou com a delegação espanhola, Diego Costa comemorava o bom ambiente que havia encontrado. Porém, já deixava claro que isso poderia mudar com a proximidade dos jogos e com sua presença em campo. Parecia adivinhar que sua "vida" no Brasil ficaria bem complicada.