icons.title signature.placeholder Rodrigo Vessoni
03/04/2014
20:05

A visita de técnicos do Mistério do Trabalho e Emprego (SP) à Arena Corinthians, na tarde desta quinta-feira, pode ter sido um passo importante para a liberação das obras nas arquibancadas provisórias, que estão paralisadas desde a morte do operário Fábio Hamilton da Cruz, de 23 anos, que caiu de uma altura de oito metros.

De acordo com a assessoria de imprensa do MTE, houve a inspeção dos auditores em Itaquera e, dos quatro itens considerados fundamentais para incrementação da segurança aos funcionários, a Fast Engenharia se prontificou a colocar em prática três. São eles: colocação dos guarda-corpos que ficam no limite do prédio, aumentar a quantidade de cordas de segurança longitudinais e ter técnico de segurança em cada andar a ser construído.

Um quarto item terminou o dia sem uma definição. Mas, de acordo com a assessoria de imprensa do MTE, deve ser solucionado na manhã desta sexta-feira. Trata-se da colocação de torres móveis de segurança, com uma bandeja que permite sustentar um operário que eventualmente se acidentar, ou de redes de segurança - segundo item é mais caro. A indefinição é quanto ao item a ser escolhido.

A visita à Arena Corinthians ocorreu após representantes da empresa Fast Engenharia, responsável pelas arquibancadas móveis do estádio, e da Superintendência do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) se reunirem pela manhã na sede do órgão em São Paulo. A reunião foi considerada apenas o primeiro passo para a liberação das obras atrás dos dois gols.