icons.title signature.placeholder Guilherme Borini e Thiago Ferri
icons.title signature.placeholder Guilherme Borini e Thiago Ferri
12/07/2013
19:20

Encostado no Palmeiras, Maikon Leite deve ter seu futuro definido na próxima semana. Após sua negociação com o Umm-Salal, do Catar, fracassar, o jogador treina separado do grupo na Academia de Futebol e voltou à pauta das conversas do clube alviverde com a Portuguesa. Com contrato até 2016 com o Verdão, ele deve ser emprestado até o final do ano e pode ser envolvido na troca pelo lateral-direito Luis Ricardo.

As discussões pela troca acontecem direto entre os clubes - Candinho, diretor de futebol rubro-verde, explicou que a negociação é entre presidentes. Antes de tentar a transferência para o Catar, Maikon chegou a ser cogitado pela equipe do Canindé, mas à época rejeitou a possibilidade. Dos jogadores que estavam na mira da Lusa, contudo, ele é quem 'restou', pois Maurício Ramos foi negociado com o Sharjah FC, dos Emirados Árabes, e Ayrton não deseja sair, também.

Além da Portuguesa, a Ponte Preta é outra com interesse no jogador. O Executivo de Futebol da Macaca, Ocimar Bolicenho, revelou o desejo de contar com o jogador, mas o alto salário do atleta pode inviabilizar a negociação.

- O Maikon Leite foi oferecido para nós, mas os valores são fora do nosso orçamento. Interessaria mais se houvesse divisão na remuneração do jogador - declarou, em entrevista ao LANCE!Net.

A oferta chegou à Ponte por meio do representante do jogador, que passará a posição da Ponte ao Palmeiras. O atleta já havia sido sondado por Goiás, Criciúma e Sport, mas o salário também foi empecilho para todos estes times. Para o camisa 7, a ideia dele é ter chance de jogar, independente do time que for.

- É um ótimo jogador e agrada a todos. Mas a negociação está muito fria ainda, justamente por conta do salário. Quem nos ofereceu falou que resolveria a situação, mas ainda não está caminhando. Estamos à disposição se houver uma ajuda nesse sentido. Não posso fugir da nossa realidade financeira - concluiu Bolicenho, que não quer ultrapassar o teto salarial do clube, que gira em torno de R$ 80 mil.

Maikon Leite é um nome que agrada o técnico Paulo César Carpegiani, com quem trabalhou no Altético-PR, em 2011. Com apenas seis pontos conquistados em seis jogos disptados, a Ponte ocupa a 16ª colocação e tenta se reforçar para não correr riscos de rebaixamento. Outro atleta que está próximo de um acerto é o zagueiro Jaílton, do América-MG, que ocuparia a vaga deixada por Cleber, que foi para o Corinthians. A contratação de um meia de armação também é a outra prioridade do clube.

Encostado no Palmeiras, Maikon Leite deve ter seu futuro definido na próxima semana. Após sua negociação com o Umm-Salal, do Catar, fracassar, o jogador treina separado do grupo na Academia de Futebol e voltou à pauta das conversas do clube alviverde com a Portuguesa. Com contrato até 2016 com o Verdão, ele deve ser emprestado até o final do ano e pode ser envolvido na troca pelo lateral-direito Luis Ricardo.

As discussões pela troca acontecem direto entre os clubes - Candinho, diretor de futebol rubro-verde, explicou que a negociação é entre presidentes. Antes de tentar a transferência para o Catar, Maikon chegou a ser cogitado pela equipe do Canindé, mas à época rejeitou a possibilidade. Dos jogadores que estavam na mira da Lusa, contudo, ele é quem 'restou', pois Maurício Ramos foi negociado com o Sharjah FC, dos Emirados Árabes, e Ayrton não deseja sair, também.

Além da Portuguesa, a Ponte Preta é outra com interesse no jogador. O Executivo de Futebol da Macaca, Ocimar Bolicenho, revelou o desejo de contar com o jogador, mas o alto salário do atleta pode inviabilizar a negociação.

- O Maikon Leite foi oferecido para nós, mas os valores são fora do nosso orçamento. Interessaria mais se houvesse divisão na remuneração do jogador - declarou, em entrevista ao LANCE!Net.

A oferta chegou à Ponte por meio do representante do jogador, que passará a posição da Ponte ao Palmeiras. O atleta já havia sido sondado por Goiás, Criciúma e Sport, mas o salário também foi empecilho para todos estes times. Para o camisa 7, a ideia dele é ter chance de jogar, independente do time que for.

- É um ótimo jogador e agrada a todos. Mas a negociação está muito fria ainda, justamente por conta do salário. Quem nos ofereceu falou que resolveria a situação, mas ainda não está caminhando. Estamos à disposição se houver uma ajuda nesse sentido. Não posso fugir da nossa realidade financeira - concluiu Bolicenho, que não quer ultrapassar o teto salarial do clube, que gira em torno de R$ 80 mil.

Maikon Leite é um nome que agrada o técnico Paulo César Carpegiani, com quem trabalhou no Altético-PR, em 2011. Com apenas seis pontos conquistados em seis jogos disptados, a Ponte ocupa a 16ª colocação e tenta se reforçar para não correr riscos de rebaixamento. Outro atleta que está próximo de um acerto é o zagueiro Jaílton, do América-MG, que ocuparia a vaga deixada por Cleber, que foi para o Corinthians. A contratação de um meia de armação também é a outra prioridade do clube.