icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
18/12/2013
10:15

O diário espanhol "El País" publicou nesta quarta-feira algumas declarações que o atacante Messi, do Barcelona, deu aos agentes que investigam a suspeita de que seus amistosos beneficentes foram usados para lavagem de dinheiro do narcotráfico colombiano. O argentino disse que não fica a cargo da organização destes jogos, e que isso fica a cargo de empresas terceirizadas.

As suspeitas da polícia espanhola é que o amistoso beneficente entre os Amigos do Messi e o Resto do Mundo, organizado em 21 de junho de 2012, em Bogotá, tenha sido usado para lavagem de dinheiro ilegal do tráfico de drogas.

Segundo Messi, esses jogos festivos são negociados pela empresa Imagen Deportiva, que pertence ao empresário argentino Guillermo Marín, a empresas de onde se realizarão os amistosos. São essas últimas que organizam tudo.

E MAIS:

Pai de Messi acusado de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas
Família Messi emite nota se defendendo de acusações
Agentes descartam que Pai de Messi esteja envolvido em lavagem de dinheiro

O craque argentino reconheceu que conhece Guillermo Marín desde 2006, e disse que nem ele nem os demais jogadores receberam dinheiro para disputar os jogos festivos. Segundo Messi, toda a quantia envolvida nos amistosos foram doadas.

- Minha fundação recebeu dinheiro, não lembro a quantidade, porém esta estava escrita em um cheque de grandes dimensões. Tirei foto com ele ao lado dos organizadores do evento. Depois a minha fundação doou o dinheiro a outras ONGs beneficentes - explicou Messi.