icons.title signature.placeholder Russel Dias
03/07/2014
07:04

Experiência é um dos pontos fortes do capitão do Santos, Edu Dracena. Dentro de campo seus 33 anos de idade, cinco clubes na carreira e seus 15 títulos conquistados transparecem por meio de sua liderança, mas nos últimos meses o zagueiro precisou mais do que nunca recorrer ao seu passado para tirar de letra o que podia ser seu fim na profissão de jogador de futebol.

Romper o ligamento do joelho direito nesta idade é muito perigoso, mas em um papo com o LANCE!Net o camisa 2 revela que, por causa de outras lesões muito parecidas, ele conseguiu se tranquilizar e o sofrimento caiu por terra logo nos primeiros dias após sofrer o baque.

- Quanto mais lesão você tem, fica mais receioso, mas a cabeça está boa, não estou sentindo dor, não sinto nada. Estou bem confiante, o trabalho de fisioterapia está sendo bem feito. O problema são os primeiros dias que o joelho não dobra, tem que usar muleta, o resto é muito mais tranquilo - afirmou ao L!Net.

Mesmo no departamento médico em longos seis meses de recuperação, sua interação com o grupo era menor, mas não por isso era ausente. Edu Dracena contou que fez questão de ir ao Pacaembu nas finais do Campeonato Paulista, e entrou no vestiário para conversar com os atletas no que foi o momento mais difícil do clube neste ano.

- Eu sempre procuro ir na Vila Belmiro, e sempre acompanho. Nas finais eu fui nas duas, entrei no vestiário, bati um papo com eles. A gente sabe que na final tudo pode acontecer, e  aconteceu desse jeito (derrota para  o Ituano). Poderia ter sido melhor. Mas a vida é assim, poderia ter sido de dois jeitos, infelizmente foi esse - disse.