icons.title signature.placeholder Thiago Ferri
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25/07/2013
10:59

Enterrado nessa quarta, o ex-lateral-direito de Seleção Brasileira, Palmeiras, Portuguesa e Atlético-PR, Djalma Santos (que morreu na última terça após pneumonia grave) foi bastante homenageado por ex-companheiros de Palmeiras e Seleção, especialmente por sua humildade.

Ainda que debilitado, o vencedor das Copas do Mundo de 1958 e 1962 manteve o seu jeito elétrico e “deu trabalho” durante este mês internado no hospital Doutor Hélio Angotti, onde faleceu aos 84 anos.

Segundo pessoas próximas, era necessário ter paciência para mantê-lo deitado. Antes de voltar à UTI no sábado - ele havia deixado o local no dia 11 - mesmo com voz fraca Djalma dizia estar “louco para ir embora”.

No período, numa das vezes em que saiu da cama para ir ao banheiro, apoiado na esposa, Esmeralda, o ex-lateral viu suas roupas no quarto e tentou se arrumar para sair de lá.

Internado desde o início de julho, Djalma Santos esteve sempre com a companhia da mulher, de Laura, uma das filhas, além de algumas visitas de dois enteados e Luciano Mineirinho, ex-jogador e seu amigo.

Ao ser informado das ligações que a assessoria do hospital recebia em busca de novidades do seu estado de saúde, fosse de meios de comunicações, ou do Palmeiras, clube pelo qual atuou entre 1959 e 1968, Djalma sempre agradecia. A uma técnica de enfermagem que cuidava dele, deu uma foto sua, do álbum que ficou com ele durante a internação.

No sábado, a Lusa irá homenageá-lo no uniforme do jogo contra o Atlético-PR. Eles usarão uma camisa retrô com uma fita azul em cima do escudo, em alusão ao título honorário concedido às equipes brasileiras que retornavam invictas de excursões. Com ele, o time fez duas viagens, em 1951 e 1953, e não perdeu.

O craque Djalma Santos deixa saudades ao Futebol Brasileiro

Enterrado nessa quarta, o ex-lateral-direito de Seleção Brasileira, Palmeiras, Portuguesa e Atlético-PR, Djalma Santos (que morreu na última terça após pneumonia grave) foi bastante homenageado por ex-companheiros de Palmeiras e Seleção, especialmente por sua humildade.

Ainda que debilitado, o vencedor das Copas do Mundo de 1958 e 1962 manteve o seu jeito elétrico e “deu trabalho” durante este mês internado no hospital Doutor Hélio Angotti, onde faleceu aos 84 anos.

Segundo pessoas próximas, era necessário ter paciência para mantê-lo deitado. Antes de voltar à UTI no sábado - ele havia deixado o local no dia 11 - mesmo com voz fraca Djalma dizia estar “louco para ir embora”.

No período, numa das vezes em que saiu da cama para ir ao banheiro, apoiado na esposa, Esmeralda, o ex-lateral viu suas roupas no quarto e tentou se arrumar para sair de lá.

Internado desde o início de julho, Djalma Santos esteve sempre com a companhia da mulher, de Laura, uma das filhas, além de algumas visitas de dois enteados e Luciano Mineirinho, ex-jogador e seu amigo.

Ao ser informado das ligações que a assessoria do hospital recebia em busca de novidades do seu estado de saúde, fosse de meios de comunicações, ou do Palmeiras, clube pelo qual atuou entre 1959 e 1968, Djalma sempre agradecia. A uma técnica de enfermagem que cuidava dele, deu uma foto sua, do álbum que ficou com ele durante a internação.

No sábado, a Lusa irá homenageá-lo no uniforme do jogo contra o Atlético-PR. Eles usarão uma camisa retrô com uma fita azul em cima do escudo, em alusão ao título honorário concedido às equipes brasileiras que retornavam invictas de excursões. Com ele, o time fez duas viagens, em 1951 e 1953, e não perdeu.

O craque Djalma Santos deixa saudades ao Futebol Brasileiro