icons.title signature.placeholder Marcelo Braga
10/12/2013
03:24

Aos poucos e em pequenos grupos, os torcedores da Ponte Preta foram chegando em frente ao hotel em que a delegação ficaria hospedada, a partir das 23h30 (de Brasília). Com camisas e bandeiras, aguardavam com ansiedade a passagem dos jogadores que podem dar o primeiro título para a Macaca em 103 anos de história. Logo, viraram cerca de 30.

Mas, como já estão acostumados, eles tiveram de esperar. Por conta de uma passageira que colocou as malas na aeronave, mas que desistiu de embarcar para Buenos Aires (ARG), o avião atrasou a sua saída e chegou na capital argentina apenas às 2h. Assim, quando o ônibus finalmente subiu a rampa de acesso ao local, foi recebido com gritos de incentivos. Campineiros em sua maioria, os ponte-pretanos quase não pediram autógrafos. Apenas cantaram e saudaram os jogadores que podem, enfim, fazer história.

- Eles vieram dar um agito aí, sabíamos que teria. Na outra vez foi (vitória por 2 a 0 contra o Vélez Sarsfield) teve menos, mas tem uns aí que sempre são fiéis. A tendência é só aumentar - comentou o goleiro Roberto.

Chiquinho e Fellipe na chegada à Argentina (Foto: Marcelo Braga)

- Agora é dormir, porque foi um dia desgastante. Treinamos cedo e estamos praticamente desde as 16h em trânsito. Estamos meio abalados, agora é é banho e cama - finalizou.

Nesta terça-feira, os jogadores farão o treino de reconhecimento de gramado às 20h no estádio Néstor Diáz Pérez, conhecido como La Fortaleza, que será palco da grande decisão, quarta, às 22h.