icons.title signature.placeholder Eduardo Moura
28/07/2014
08:00

A média é de seis meses. É o tempo que um treinador que assume o Grêmio tem para fazer o trabalho andar na atual gestão. Desde que Fábio Koff retornou à presidência do clube gaúcho, irá para o quarto treinador. Depois da demissão de Enderson Moreira, Tite ganha força nos bastidores.

Foram três treinadores contratados. Koff venceu a eleição em setembro de 2012. Assumiu em janeiro. E precisou negociar a renovação de contrato com Vanderlei Luxemburgo, atualmente no Flamengo. O mandatário acertou um vínculo de dois anos com Luxa. Mas nunca teve boa relação com o treinador.

No final da parada do Brasileirão para a Copa das Confederações, Luxa foi demitido. Foi avisado antes de um jogo-treino do Grêmio no Olímpico. Dois dias depois, anunciou Renato Gaúcho.

O ídolo gremista comandou o time do início de julho a dezembro de 2013. Ficou seis meses no comando. Por decisão da diretoria, o contrato não foi renovado. E Koff partiu para uma aposta.

Koff cumprimenta Renato, que ficou seis meses no cargo (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)


Depois de um trabalho de dois anos no Goiás, Enderson saiu do Esmeraldino. E o mandatário gremista foi buscá-lo. Tite, porém, foi contatado neste período. Outros nomes que eram valorizados no clube gaúcho eram Gilmar Dal Pozzo, então na Chapecoense, e Cristóvão Borges, atualmente no Fluminense.


Neste domingo, Enderson deixou o vestiário da Arena pela última vez. Foi, acompanhado de Koff, para a entrevista coletiva. Ambos trocaram elogios e anunciaram a decisão em comum acordo, após seis meses de trabalho. Restam cinco meses para o próximo comandante trabalhar com as cores do Tricolor.

Luxemburgo foi primeiro técnico da gestão de Fábio Koff, a partir do início de 2013 (Foto: Ricardo Rímoli)