icons.title signature.placeholder Michel Castellar
16/06/2014
08:00

Aos três anos e dois meses, Sebástina Bolaños não escondia a alegria por ir ao estádio ver o Equador fazer a sua estreia na Copa do Mundo. No domingo pela manhã, mesmo sem entender muito bem o que se passava, a criança se divertiu fantasiada de águia, o símbolo do país.

Mas para chegar ao Estádio Nacional de Brasília - Mané Garrincha, Sebástian precisou superar a incômoda viagem. Acompanhado por seus pais, Daniel Bolaños e Estefania, o menino viajou de avião de Quito a Santiago. Em seguida, realizou uma escala até o Rio de Janeiro.

A pior parte da viagem ocorreu da capital fluminense até Brasília. Afinal, foram 19 horas dentro de um ônibus.

- Ele está adorando. Já tinha ido a uma estádio de futebol e já consegue entender que vamos a um jogo - explicou o pai de Sebástian.

O agente de turismo Bolaños explicou que é a primeira vez da família ao Brasil. Ele contou que Daniel não tem dado trabalho e nem se incomodado com o clima brasileiro.

- Chegamos há dez dias. Vamos ver somente esse jogo e depois vamos embora. O Brasil é muito bonito, as pessoas são incríveis e amáveis. Todos nos tratam muito bem - frisou Bolaños.

A mãe de Sebástian, Estefania não escondia a surpresa causada com o assédio sofrido pelo filho. Mas a todos os brasileiros que paravam e pediam para tirar fotos com o menino, ela pacientemente posava com a criança em seus ombros.

A partida terminou com a derrota do Equador para a Suíça, de virada, por 2 a 1. Além das duas seleções, o grupo E da Copa é formado por França e Honduras. Os próximos adversários da equipe sul-americana são os hondurenhos, na sexta-feira, em Curitiba.