icons.title signature.placeholder Bruno Grossi
27/02/2015
09:00

Brigas políticas de Carlos Miguel Aidar e Juvenal Juvêncio, a derrota para o Corinthians, a pressão sobre Muricy Ramalho... Todos esses problemas enfrentados pelo São Paulo neste início de temporada têm sido amenizados pelo ótimo desempenho do setor ofensivo da equipe.

Até o momento, o Tricolor disputou dez partidas em 2015 e anotou 24 gols, o que gera média de 2,4 tentos por confronto. O Corinthians, melhor rival no quesito, fez 21 gols em 11 partidas (1,9 de média, O Palmeiras aparece em terceiro com 15 gols em 8 jogos (média de 1,8). Em último entre os grandes do Estado, o Santos tem média de 1,5 após ter marcado nove gols em seis duelos nesta temporada.

Outra curiosidade sobre o poder de fogo do São Paulo está nas vezes em que o time comandado por Muricy não balançou as redes adversárias. Foram três ocasiões: 1 a 0 para o Flamengo, 0 a 0 com o Santos e 2 a 0 para o Corinthians. Quando o Tricolor furou as defesas adversárias, saiu de campo vencedor em todas.

Em comparação a 2014, o São Paulo já apresenta números bem melhores. O ataque que tinha Luis Fabiano, Ademilson, Osvaldo e Pabon como opções marcou 16 vezes nas dez primeiras partidas do ano, com média de 1,6 gol. Liderado por Alexandre Pato, com oito tentos em 2015, o ataque não só traz tranquilidade para os são-paulinos, como preocupa os adversários.

Na crônica da (quarta) goleada por 4 a 0 sobre o Danubio (URU), o jornal argentino Olé falou: “Alexandre Pato, Ganso, Luis Fabiano, Rogério Ceni e Michel Bastos... Os nomes do São Paulo assustam. Ou ao menos geram bastante respeito”. Dos jogadores citados pelo diário, apenas Ganso ainda não marcou no ano. Os outros astros somam 15 dos 24 tentos do time.