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31/07/2013
19:35

Os indígenas que saíram em março do antigo Museu do Índio, no entorno do Maracanã, podem ter uma segunda chance no espaço, que fica colado ao célebre estádio carioca. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, acionou a Secretaria de Cultura estadual para conduzir a criação de um Centro Estadual de Estudos e Difusão da Cultura Indígena no local. Anteriormente, porém, a ideia de Cabral era criar ali um museu olímpico.

Em reunião na terça-feira entre a secretária da Cultura Adriana Rattes e lideranças indígenas, a implementação do Centro começou a ser definida. A ideia é que ele seja uma Instituição Pública Estadual, e que na sua futura composição esteja agregado um Conselho de representação indígena, promessa de Cabral à época da desocupação do prédio.

Porém, o espaço não será mais local de moradia como antes. Os índios que foram despejados do local continuarão em Jacarepaguá, em área cedida pelo estado. A desocupação do prédio em março foi feita sob muita bomba de gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Na ocasião, houve embate entre manifestantes que apoiavam os indígenas e a Polícia Militar.

Os indígenas que saíram em março do antigo Museu do Índio, no entorno do Maracanã, podem ter uma segunda chance no espaço, que fica colado ao célebre estádio carioca. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, acionou a Secretaria de Cultura estadual para conduzir a criação de um Centro Estadual de Estudos e Difusão da Cultura Indígena no local. Anteriormente, porém, a ideia de Cabral era criar ali um museu olímpico.

Em reunião na terça-feira entre a secretária da Cultura Adriana Rattes e lideranças indígenas, a implementação do Centro começou a ser definida. A ideia é que ele seja uma Instituição Pública Estadual, e que na sua futura composição esteja agregado um Conselho de representação indígena, promessa de Cabral à época da desocupação do prédio.

Porém, o espaço não será mais local de moradia como antes. Os índios que foram despejados do local continuarão em Jacarepaguá, em área cedida pelo estado. A desocupação do prédio em março foi feita sob muita bomba de gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Na ocasião, houve embate entre manifestantes que apoiavam os indígenas e a Polícia Militar.