icons.title signature.placeholder Leo Burlá
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17/07/2013
13:12

A guerra nos bastidores que antecede o clássico entre Fluminense e Vasco, domingo, no Maracanã, ganhou um personagem importante na tentativa de esfriar os ânimos entre as principais lideranças dos dois clubes.

Nesta tarde, o diretor de Competições da CBF, Virgílio Elísio, senta à mesa com os clubes para intermediar um acordo que garanta uma operação mais segura para o jogo de domingo.

Do lado tricolor, o clube alega que, por contrato, sua torcida deve ficar posicionada à direita das cabines de rádio do estádio, local tradicionalmente ocupado pelos vascaínos.

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Apesar da garantia contratual, as forças estaduais de segurança avisaram que não há tempo hábil para que um plano de segurança seja elaborado até domingo. Por ora, o Fluminense está irredutível. Nos bastidores, o receio de que a torcida do Vasco não se conforme com a nova configuração do estádio é real.

O encontro entre as partes acontece em meio a um cenário repleto de indefinições. Além da questão do posicionamento, pontos relativos à gratuidade, venda de ingressos e direitos de proprietários de cadeiras cativas ainda não têm uma definição clara.


A guerra nos bastidores que antecede o clássico entre Fluminense e Vasco, domingo, no Maracanã, ganhou um personagem importante na tentativa de esfriar os ânimos entre as principais lideranças dos dois clubes.

Nesta tarde, o diretor de Competições da CBF, Virgílio Elísio, senta à mesa com os clubes para intermediar um acordo que garanta uma operação mais segura para o jogo de domingo.

Do lado tricolor, o clube alega que, por contrato, sua torcida deve ficar posicionada à direita das cabines de rádio do estádio, local tradicionalmente ocupado pelos vascaínos.

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O encontro entre as partes acontece em meio a um cenário repleto de indefinições. Além da questão do posicionamento, pontos relativos à gratuidade, venda de ingressos e direitos de proprietários de cadeiras cativas ainda não têm uma definição clara.