icons.title signature.placeholder Joana Bueno
22/12/2013
20:00

Com a chegada de Pep Guardiola, Rafinha ganhou espaço no elenco do Bayern. Antes despertando interesse para uma volta ao Brasil, o jogador é presença constante entre os 11 principais do comandante espanhol, sempre revezando com Lahm, capitão da equipe que alterna entre o meio e a lateral direita.

O defensor brasileiro atendeu a reportagem do LANCE!Net e falou sobre um dos temas mais comentados, a possível falta de prestígio dada pelos europeus ao torneio mundial.

- Importância? Claro que dão importância. Viu como eles jogaram? Nós jogamos com muita vontade. Um título desses, não é todo ano que a gente pode disputar. Nós sabemos a dimensão que tem, o trajeto que tem que fazer para chegar até aqui, e é longo. Os europeus dão sim muita importância a esse título, significa muito. É claro que não é a mesma dimensão que para nós brasileiros, sul-americanos. Eles reclamam que é um torneio de dois jogos. Mas vontade da equipe não faltou. Esse título significa muito para nós.

Apesar da boa fase no clube alemão, o atleta não se mostrou empolgado com a chance de chamar a atenção de Felipão. O jogador preferiu não falar muito sobre uma possível convocação e afirmou preferir "mostrar serviço" em campo.

- Prefiro não falar disso. Tenho que me concentrar no meu trabalho no Bayern. Deixar que meu pés falem por mim. Estou jogando toda semana, quarta e sábado. Tenho certeza de que o Felipão está vendo.

Rafinha também lamentou o tropeço do Atlético-MG na semifinal contra o Raja Casablanca. O lateral acredita que a presença dos brasileiros daria outra dimensão à final e se mostrou alegre em reecontrar amigos no Galo.

- É legal reencontrar os amigos. Josué, Gilberto Silva... Fico feliz de ver a rapaziada toda. Pena que a gente queria que eles tivessem chegado na final também. Para a final, a dimensão do jogo seria maior.