icons.title signature.placeholder Gabriel Carneiro e Russel Dias
25/07/2014
08:30

A situação financeira do Santos é complicada e isso não é novidade. Dos sete reforços contratados em 2014, cinco (Rildo, Bruno Uvini, Renato, Souza e Victor Ferraz) vieram de graça ou por empréstimo e dois comprados do Inter (Lucas Lima e Leandro Damião) com apoio do grupo Doyen Sports. O problema é que o elenco à disposição do técnico Oswaldo de Oliveira segue carente de opções.

Além de Robinho, que é um nome tratado com pessimismo dentro da diretoria, o clube busca um meia armador que chegue para disputar posição com Lucas Lima, titular absoluto, elogiado pelo comandante e um dos principais destaques nesta volta do Brasileirão.

O setor que começou o ano com Montillo e Cícero (improvisado) hoje conta apenas com Lucas Lima e o garoto Serginho, que jogou só três vezes na temporada (uma como titular) e nem sequer estreou no Brasileirão. Sem concorrência entre os titulares, o camisa 20 mostra serviço e agrada enquanto a diretoria trabalha por uma sombra.

– Eles fazem falta pela qualidade, mas sei do meu potencial e estava procurando oportunidades. Hoje estou conseguindo evoluir a cada jogo. Eles já passaram aqui, fizeram história e agora quero fazer a minha – discursa Lucas Lima.

O camisa 20 foi alvo de um investimento de R$ 5 milhões, mas Oswaldo demorou a se convencer que o ex-jogador do Inter e do Sport merecia uma chance. Agora, mesmo com Lucas Lima em boa fase, o treinador deseja uma nova opção.

O Comitê de Gestão do Santos estuda alguns nomes, inclusive do mercado sul-americano, mas ainda não abriu negociação com ninguém. Além disso, diz que tem dificuldade até para trazer jogadores livres ou por empréstimo. Sorte de Lucas Lima, o armador solitário.