icons.title signature.placeholder Felipe Mendes, enviado especial*
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11/07/2013
22:14

Um problema de saúde do pai impediu o argentino Rubén Magnano de vir para Kazan (RUS) acompanhar o desempenho da Seleção Brasileira masculina de basquete na Universíade. Mas, mesmo de longe, o treinador da equipe principal do Brasil, que já demonstrou ser um grande estudioso do esporte, não deixou de buscar informações. Todos os dias, ele tem telefonado para seu auxiliar técnico na Seleção principal, José Neto, que está na Rússia comandando o Brasil.

- Ele pergunta muito sobre o nível da competição para ter um parâmetro e poder avaliar nosso desempenho. Vou informando quem está aqui e, como ele tem enorme conhecimento internacional, só de falar os nomes dos jogadores e técnicos ele já tem uma noção do nível - explicou Neto.

Segundo o técnico da Seleção em Kazan, Magnano é uma pessoa preocupada com o basquete brasileiro. Antes da viagem para a Rússia, o argentino participou ativamente dos treinamentos. Ficava no hotel com os jogadores e ajudava Neto na preparação dos planos de treinos. Ele atuaria como observador na Universíade, mas precisou retornar para a Argentina para ficar com o pai.

Chefe de equipe do basquete em Kazan, Maurício Fregonesi disse que Magnano estava entusiasmado com o convite da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). Principalmente para conhecer uma competição como a Universíade já que o Brasil não tem tradição de esporte universitário.

- Conheci o Magnano em 1999 num campeonato mundial juvenil em Portugal. Ele é um profissional em tempo integral, que vive o basquete o tempo todo. E que gosta de saber o que está acontecendo no mundo - afirmou Fregonesi, completando que, após a Universíade, acredita que o argentino passará a acompanhar mais as competições universitárias no Brasil.

COM A PALAVRA:

Maurício Fregonesi
Chefe de equipe do basquete

Trabalhei na Confederação Brasileira de Basquete (CBB), entre 2005 e 2008. E atualmente sou presidente da Federação de Basquete do Tocantins. Esses trabalhos facilitaram a formatação de uma parceria entre a CBDU e a CBB. É essa parceria que possibilitou a vinda do Neto para Kazan, e que também traria o Magnano.

Em Shenzhen-2011, a parceria não foi completa e agora queríamos consolidá-la. A Universíade passou a fazer parte do calendário da CBB. Isso traz uma vantagem pois torna a convocação oficial. Trata-se de uma competição internacional de alto nível e que serve para dar experiência para a garotada. Alguns dos jogadores que estão aqui vão participar do período de treinamentos para a Copa América.

Um problema de saúde do pai impediu o argentino Rubén Magnano de vir para Kazan (RUS) acompanhar o desempenho da Seleção Brasileira masculina de basquete na Universíade. Mas, mesmo de longe, o treinador da equipe principal do Brasil, que já demonstrou ser um grande estudioso do esporte, não deixou de buscar informações. Todos os dias, ele tem telefonado para seu auxiliar técnico na Seleção principal, José Neto, que está na Rússia comandando o Brasil.

- Ele pergunta muito sobre o nível da competição para ter um parâmetro e poder avaliar nosso desempenho. Vou informando quem está aqui e, como ele tem enorme conhecimento internacional, só de falar os nomes dos jogadores e técnicos ele já tem uma noção do nível - explicou Neto.

Segundo o técnico da Seleção em Kazan, Magnano é uma pessoa preocupada com o basquete brasileiro. Antes da viagem para a Rússia, o argentino participou ativamente dos treinamentos. Ficava no hotel com os jogadores e ajudava Neto na preparação dos planos de treinos. Ele atuaria como observador na Universíade, mas precisou retornar para a Argentina para ficar com o pai.

Chefe de equipe do basquete em Kazan, Maurício Fregonesi disse que Magnano estava entusiasmado com o convite da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). Principalmente para conhecer uma competição como a Universíade já que o Brasil não tem tradição de esporte universitário.

- Conheci o Magnano em 1999 num campeonato mundial juvenil em Portugal. Ele é um profissional em tempo integral, que vive o basquete o tempo todo. E que gosta de saber o que está acontecendo no mundo - afirmou Fregonesi, completando que, após a Universíade, acredita que o argentino passará a acompanhar mais as competições universitárias no Brasil.

COM A PALAVRA:

Maurício Fregonesi
Chefe de equipe do basquete

Trabalhei na Confederação Brasileira de Basquete (CBB), entre 2005 e 2008. E atualmente sou presidente da Federação de Basquete do Tocantins. Esses trabalhos facilitaram a formatação de uma parceria entre a CBDU e a CBB. É essa parceria que possibilitou a vinda do Neto para Kazan, e que também traria o Magnano.

Em Shenzhen-2011, a parceria não foi completa e agora queríamos consolidá-la. A Universíade passou a fazer parte do calendário da CBB. Isso traz uma vantagem pois torna a convocação oficial. Trata-se de uma competição internacional de alto nível e que serve para dar experiência para a garotada. Alguns dos jogadores que estão aqui vão participar do período de treinamentos para a Copa América.