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10/11/2014
08:30

Mesmo com o time reserva, o Atlético-MG conseguiu um ótimo resultado no último sábado ao vencer o Palmeiaras por 2 a 0 no Pacaembu. A vitória atleticana não só serviu para manter o time alvinegro no G-4 até o fim da rodada, mas foi essencial também para manter o espírito vitorioso dos jogadores do Galo. Ao fim da partida, Levir falou sobre a confiança em seus jogadores, o que o levou a poupar praticamente todos os jogadores contra o time alviverde.

- Eu procuro confiar no elenco, não gosto de lamentar ausências de jogadores e é uma oportunidade, todos querem ser titulares do Atlético-MG e eu confio e acredito. Mas pegar esse pensamento e transformar em realidade é difícil, não tem ritmo de jogo, entrosamento de jogo, mas como estamos num momento iluminado as coisas caminham a nosso favor. Vamos aproveitar esse momento de realizações, e na quarta, que estejamos da mesma forma, com garra, pegada, e com a torcida do nosso lado - comentou o treinador, citando ainda o momento iluminado do Galo.

Acostumado com os campeonatos no Japão, país no qual Levir viveu nos últimos sete anos, o treinador do Galo revelou ainda que o bom momento e o fator emocional do estilo brasileiro de jogar futebol podem continuar ajudando o Atlético-MG a seguir bem dentro de campo, principalmente nos próximos clássicos decisivos contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil.

- No Brasil eu acredito que sim, porque aqui somos assim, muito emocionais, o psicológico trabalha forte em nós brasileiros, rimos muito, ficamos felizes e depois vamos rápido para a tristeza, é uma cultura. Digo que em dois ou três jogos pode se desestabilizar um time ou estabilizar, isso é marcante, mas é fruto de nossa cultura - acrescentou.

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E por falar em clássico, o treinador do Atlético-MG, no entanto, ainda reprova uma medida tomada para o clássico da próxima quarta-feira. Levir não viu com bons olhos a decisão de disponibilizar apenas 10% dos ingressos à torcida visitante. Para o treinador, o ideal seria dois jogos no Mineirão e com torcidas dividindo o Gigante da Pampulha ao meio.

- Entendo que a decisão podia ser melhor. Não posso entender um clássico dessa magnitude com um pedacinho de torcedor de um e outro time, que história é essa? Vai ser pior, duas mil de um time e 50 mil de outro. O que posso fazer depois disso é pedir para os torcedores de Atlético-MG e Cruzeiro que façam uma demonstração, não pode ocorrer nada. Temos que passar um exemplo para todos, espero que não haja ocorrências para noticiar no outro dia. É obrigação nossa passar para outros torcedores como devemos nos portar dentro de um estádio de futebol - finalizou.