icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
10/07/2013
15:06

O pedido de demissão de Leonardo do Paris Saint-Germain, onde tinha o cargo de diretor-esportivo, pegou o mundo de futebol de surpresa. Mas, na verdade, se olhar para a carreira recente do brasileiro, o mais normal seria realmente a sua saída. De 2009 para cá, já foram quatro "demissões precoces" do brasileiro.

A primeira, em junho de 2009, foi, na verdade, uma mudança de função, mas dentro do mesmo clube. Ele deixou de ser dirigente do Milan para ser treinador. Ficou por apenas uma temporada e foi demitido.

Em dezembro de 2010, Lwo foi anunciado como técnico da Inter de Milão, justamente a grande rival do Milan. Apesar de ter feito um início de trabalho impecável (30 pontos em 12 jogos) e de ter vencido a Copa da Itália, não se sustentou no cargo e desligou-se em junho do ano seguinte.

E MAIS:
> Leonardo pede demissão do PSG
> Catalães cravam que Barça e Thiago Silva chegaram a um acordo
> Maior promessa da base do Barcelona, Deulofeu é emprestado para o Everton

Foi nesse momento que chegou ao Paris Saint-Germain. Foi contratado para comandar o projeto milionário do clube francês, conseguiu levar astros como Ibrahimovic, Thiago Silva, Pastore, Lucas e Carlo Ancelotti para a capital francesa, mas acabou sendo suspenso por um ano por ter empurrado um árbitro, e optou por pedir demissão.

Como jogador, Leonardo também ficou marcado por passagens curtas, apesar de quase sempre com sucesso. No próprio PSG ficou apenas uma temporada. A vez em que passou mais tempo vestindo a mesma camisa foi entre 1997 e 2001, pelo Milan, excluindo dua passagem pelo Flamengo, onde começou ainda nas categorias de base, em 1984, e ficou até 1990, já como profissional.

Depois disso passou por São Paulo (três vezes, mas nunca por mais de dois anos seguidos), Valencia (uma temporada) e Kashima Antlers (entre 1994 e 1996). No fim da carreira, ainda voltou ao Flamengo e jogou novamente no Milan.

O pedido de demissão de Leonardo do Paris Saint-Germain, onde tinha o cargo de diretor-esportivo, pegou o mundo de futebol de surpresa. Mas, na verdade, se olhar para a carreira recente do brasileiro, o mais normal seria realmente a sua saída. De 2009 para cá, já foram quatro "demissões precoces" do brasileiro.

A primeira, em junho de 2009, foi, na verdade, uma mudança de função, mas dentro do mesmo clube. Ele deixou de ser dirigente do Milan para ser treinador. Ficou por apenas uma temporada e foi demitido.

Em dezembro de 2010, Lwo foi anunciado como técnico da Inter de Milão, justamente a grande rival do Milan. Apesar de ter feito um início de trabalho impecável (30 pontos em 12 jogos) e de ter vencido a Copa da Itália, não se sustentou no cargo e desligou-se em junho do ano seguinte.

E MAIS:
> Leonardo pede demissão do PSG
> Catalães cravam que Barça e Thiago Silva chegaram a um acordo
> Maior promessa da base do Barcelona, Deulofeu é emprestado para o Everton

Foi nesse momento que chegou ao Paris Saint-Germain. Foi contratado para comandar o projeto milionário do clube francês, conseguiu levar astros como Ibrahimovic, Thiago Silva, Pastore, Lucas e Carlo Ancelotti para a capital francesa, mas acabou sendo suspenso por um ano por ter empurrado um árbitro, e optou por pedir demissão.

Como jogador, Leonardo também ficou marcado por passagens curtas, apesar de quase sempre com sucesso. No próprio PSG ficou apenas uma temporada. A vez em que passou mais tempo vestindo a mesma camisa foi entre 1997 e 2001, pelo Milan, excluindo dua passagem pelo Flamengo, onde começou ainda nas categorias de base, em 1984, e ficou até 1990, já como profissional.

Depois disso passou por São Paulo (três vezes, mas nunca por mais de dois anos seguidos), Valencia (uma temporada) e Kashima Antlers (entre 1994 e 1996). No fim da carreira, ainda voltou ao Flamengo e jogou novamente no Milan.