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17/07/2013
15:30

Em sua primeira final de Copa Libertadores, o lateral Marcos Rocha disse que já comprou uma câmera filmadora para não perder os detalhes da preparação do Atlético-MG para os dois jogos da decisão, primeiro em Assunção, nesta quarta-feira, e depois em Belo Horizonte, no dia 27, contra o Olimpia.

- Nessa última concentração nem dormimos direito, queriamos muito que o jogo chegasse para matar o desejo de estar chegando à final. Até falei para o meu pai que vou comprar uma câmera, para registar os momentos, porque não sei se terei nova oportunidade de estar disputando isso - afirmou o jogador, lembrando que conversou com Diego Tardelli, finalista em 2005, sobre os momentos que antecedem uma decisão de Liberta:

- Concentro com o Tardelli e ele comentou que ficou quatro dias com o São Paulo concentrado, ele disse que a final não chegava nunca, estava ansioso.

O lateral virou uma referência de uma equipe que está prestes a entrar na história centenária do Galo. E isso ocorre depois de ele deixar o clube, em 2009, e fazer 'estágios' em outras equipes, até ser acreditado pelo técnico Cuca, a quem é só elogios.

- É um treinador que me acolheu, me buscou no América-MG, ele acreditou em mim, quando muitos que passaram por aqui não acreditaram. Me deu oportunidade, mas lógico que tive de mostrar qualidade, e até hoje tenho que mostrar. É um cara que eu respeito muito, tento acolher tudo de bom que ele me passa. Ás vezes a gente discute, há umas rusguinhas, mas logo passa. Ele sabe que pode contar comigo dentro de campo.


Em sua primeira final de Copa Libertadores, o lateral Marcos Rocha disse que já comprou uma câmera filmadora para não perder os detalhes da preparação do Atlético-MG para os dois jogos da decisão, primeiro em Assunção, nesta quarta-feira, e depois em Belo Horizonte, no dia 27, contra o Olimpia.

- Nessa última concentração nem dormimos direito, queriamos muito que o jogo chegasse para matar o desejo de estar chegando à final. Até falei para o meu pai que vou comprar uma câmera, para registar os momentos, porque não sei se terei nova oportunidade de estar disputando isso - afirmou o jogador, lembrando que conversou com Diego Tardelli, finalista em 2005, sobre os momentos que antecedem uma decisão de Liberta:

- Concentro com o Tardelli e ele comentou que ficou quatro dias com o São Paulo concentrado, ele disse que a final não chegava nunca, estava ansioso.

O lateral virou uma referência de uma equipe que está prestes a entrar na história centenária do Galo. E isso ocorre depois de ele deixar o clube, em 2009, e fazer 'estágios' em outras equipes, até ser acreditado pelo técnico Cuca, a quem é só elogios.

- É um treinador que me acolheu, me buscou no América-MG, ele acreditou em mim, quando muitos que passaram por aqui não acreditaram. Me deu oportunidade, mas lógico que tive de mostrar qualidade, e até hoje tenho que mostrar. É um cara que eu respeito muito, tento acolher tudo de bom que ele me passa. Ás vezes a gente discute, há umas rusguinhas, mas logo passa. Ele sabe que pode contar comigo dentro de campo.