icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
26/03/2014
13:45

O último treino do Palmeiras antes das quartas de final do Paulista, nesta quarta-feira, foi fechado para a imprensa, que pôde entrar na Academia de Futebol quando os jogadores já realizavam cobranças de faltas e pênaltis. O time que enfretará o Bragantino, quinta no Pacaembu, não foi revelado pelo técnico Gilson Kleina. Ele, porém, alega que a decisão de não ter jornalistas no CT se deu não para fazer 'invenções', mas dar privacidade antes do mata-mata.

- A decisão foi por privacidade, para fazer jogadas necessárias. Entendemos que na fase final e decisiva isto é importante, um jogo só, e se as coisas não funcionarem como pensamos, precisamos de outra situação. É só para tê-las bem definidas se precisar durante o jogo - explicou o comandante.

- Ninguém está querendo inventar a pólvora nem fazer aventuras. Precisamos fazer as jogadas e treinamentos - acrescentou.

O clube previa a primeira hora da atividade sem jornalistas, mas o treino acabou sendo prolongado por cerca de duas horas. Com bom humor, Kleina se livrou das perguntas sobre a escalação da equipe, contudo reforçou durante a entrevista o que tinha dito depois do jogo contra o Santos: sempre usou o time com dois meias ou três atacantes.

Portanto, há dúvida sobre a utilização de Bruno César ou mais um jogador de frente, neste caso Patrick Vieira. Para esta partida, Wesley, recuperado de lesão na coxa direita, será a principal novidade. O time deve contar com: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Valdivia e Bruno César (Patrick Vieira); Leandro e Alan Kardec. 

- O Bragantino joga com três zagueiros, com marcação forte e muita bola parada. Temos que ser competentes, vai importar a movimentação, posicionamento, e teremos que nos organizar para atacar e defender. É um jogo só, temos que estar preparados em todos os aspectos, especialmente mental - concluiu.