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06/12/2013
12:22

Contratado no segundo semestre, Alan Kardec não demorou para agradar no Palmeiras, tanto que encerrou a Série B como artilheiro do time, com 14 gols. Uma das principais peças para o time de 2014, o atacante comemorou sua rápida adaptação ao clube, pelo qual realizou 29 partidas até agora, e lembrou dos bons momentos vividos na Série B, como o gol contra o São Caetano, em que marcou após linda jogada individual. Sua intenção agora é manter-se regular para ir bem também no centenário - ele tem contrato até junho.

- Felizmente, as coisas aconteceram bem rápido aqui. Em outras oportunidades, eu era mais jovem, talvez não tivesse a maturidade, a experiência que eu tenho hoje. Mas eu me preparei para que isso pudesse acontecer também. E, em 2014, eu tentarei manter esta regularidade. Não adianta viver um grande momento como esse e depois cair de rendimento. Quero ser importante com gols e também dando passes e ajudando na marcação. Tenho muito lenha para queimar e quero ficar marcado na história do clube - avisou, em entrevista ao site oficial do clube.

Kardec chegou ao Verdão depois de ficar encostado no Benfica (POR), onde chegou a atuar pelo time B, por conta da falta de oportunidades na equipe principal. Desde a primeira visita de Paulo Nobre ao clube lusitano, em março, o atacante soube do interesse do Palmeiras em contratá-lo, que apenas se concretizou em julho.

- O presidente do Benfica me avisou pessoalmente da primeira visita do Paulo Nobre. Naquele momento, porém, o clube não abriria mão de mim. Era uma fase final de várias competições e tínhamos, contando comigo, apenas quatro atacantes no elenco. No futuro, no entanto, ele me prometeu que pensaria na minha situação, e foi isso o que aconteceu. Encarei como uma oportunidade e tanto, até pelo carinho que aconteceu por parte do presidente - acrescentou o centroavante.

Dono da camisa 14, Alan explicou que o número foi escolhido por conta de sua admiração por Thierry Henry, atacante francês, ídolo do Arsenal que também usa esta numeração. E, para ele, o jogador europeu ficaria orgulhoso pelo gol que marcou no Anacleto Campanella, quando carregou do meio-campo, passou por quatro jogadores do São Caetano e marcou um belo gol em jogada individual.

- Eu acho que o Henry, se visse o meu gol, ficaria orgulhoso (risos). É difícil me comparar com ele por tudo o que ele representa para o futebol. Mas foi um gol especial, diferente e acabou saindo depois de uma jogada individual. Fico feliz de ter corado esse ano com um gol que levarei para a minha vida inteira - completou.