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24/07/2014
11:56

Nem tudo foi alegria para o presidente Alexandre Kalil na última quarta-feira. Exatamente um ano depois do título da Libertadores, o Atlético-MG voltou a erguer uma taça continental, desta vez superando o Lanús e conquistando a Recopa Sul-Americana. Ao fim da partida e da vitória alvinegra por 4 a 3, o presidente do clube mineiro comentou sobre especulações, saídas de jogadores e contratações. Dentre os assuntos comentados, estava também a insatisfação dos torcedores associados do programa Galo na Veia.

Atualmente os sócios pagam cerca de R$330 por mês para terem direito aos jogos do Atlético-MG como mandante, uma quantia considerada cara para parte da torcida. Na partida contra o Lanús, os associados ficaram posicionados na lateral do gramado, próximo da bandeirinha de escanteio, o que gerou algumas reclamações ao presidente.

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- Fui agredido verbalmente por eles, que estavam lá no meu lugar, a diferença é de dois metros. Não serve para eles, mas serve para o presidente, para os filhos e para a mulher do presidente. Não tinha ninguém no 'chiqueirinho' atrás do gol, é mentira. Meus filhos assistiram ao jogo de lá porque eu vi do vestiário. O lugar é tão ruim, que o presidente e a família dele assistiram de lá. Por isso que eles me agrediram - disse Kalil, alegando ter destinado um lugar próximo dos associados para que sua família acompanhasse a partida.


Indignado com a postura dos torcedores, Kalil rasgou o verbo e cogitou até terminar com o projeto de sócio torcedor do Galo.

- Fico muito triste. Honestamente, acho que o Galo na Veia deve que acabar. Eles ficaram no 'chiquerinho' porque o Galo na Veia diminuiu e eu vou colocá-los onde? No meio de campo em um lugar para 8 mil pessoas? Fiquei muito ofendido, não gostei porque a gente faz um sacrifício desgraçado para dar alegria para essa torcida e dois mil vêm fazer barulho. Tira esses, vieram 53 mil atleticanos gritando, enfrentando fila e pagando. São a esses que eu quero agradecer - finalizou Kalil.