icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela
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31/07/2013
06:07

Lúcio não jogará mais pelo São Paulo. Fora da viagem ao exterior com o elenco, o defensor de 35 anos, que chegou em janeiro, será vendido ou terá o contrato rescindido. Quem garante é o presidente Juvenal Juvêncio, que admite que foi um desentendimento do jogador com o técnico Paulo Autuori que resultou na decisão.

– Não sou diplomático nas minhas respostas. Nunca fui e nunca serei. Nós vamos fazer uma negociação com o Lúcio, vamos negociá-lo. Ele teve um probleminha com o técnico, e a partir daí vamos aproveitar depois dessa semana para termos essa conversa. Tínhamos tido uma sondagem, agora vamos ver se isso é factível – diz Juvenal, que não viajou com a delegação para as Copas Audi, Eusébio e Suruga, ao LANCE!Net.

Questionado sobre a possibilidade de pagar a multa para rescindir o contrato do zagueiro caso não consiga achar um clube interessado em comprá-lo, o presidente prefere manter o otimismo:

– Aí é avançar muito. Como prejudica o clube, prefiro achar que nós podemos negociá-lo – completa. 

Lúcio chegou ao São Paulo como referência, e foi apresentado ainda no fim do ano passado. A ideia da diretoria, de tê-lo como líder no elenco, não funcionou. O defensor teve problemas com Ney Franco, durante a Libertadores, e agora com Autuori. Por decisão da comissão técnica após a demissão do ex-diretor Adalberto Baptista, o zagueiro foi barrado do clássico contra o Corinthians, e cortado da excursão ao exterior.

O zagueiro ainda não foi comunicado da decisão da diretoria de negociá-lo. Até terça-feira, ainda acreditava que poderia ser reintegrado ao elenco após a viagem, mas já admitia a hipótese de ter de deixar o Morumbi. Lúcio jogou em alto nível na Europa entre 2001 e 2012, e crê que ainda terá mercado no exterior. Ele não pode jogar em outro clube da Série A pois já fez dez partidas no Brasileirão

Além da saída de Lúcio, outras mudanças podem acontecer no atual elenco são-paulino. Juvenal Juvêncio não promete, mas afirma que está atento a reforços, e vê deficiências na lateral direita e no setor ofensivo da equipe.

– Como acontece em todas as instituições, algumas contratações nem sempre dão certo. E algumas não deram. Acho que ainda precisamos. Gostei muito do Reinaldo, gostei da volta do Fabrício, que agora ganhou ritmo de jogo, mas eu ainda tenho uma ou duas posições que não estamos bem. E eu estou à procura. Não estou prometendo, mas estou atento. Temos alguns pensamentos, alguns contatos iniciais, mas ainda não temos nenhuma certeza – afirma o presidente, que confirma que as duas posições são a lateral direita e o ataque.

PRESIDENTE VÊ DIRETORIA COMPLETA COM GUSTAVO DE OLIVEIRA

Juvenal Juvêncio não tem pressa para nomear um conselheiro para o cargo de diretor de futebol, antes ocupado por Adalberto Baptista. O presidente está convicto de que o departamento está pleno após a contratação de Gustavo de Oliveira, filho do ex-jogador Sócrates, como gerente de futebol.

– Não tenho nenhuma pressa em fazê-lo. O Gustavo representará muito desse papel. Por ora, o futebol ficará assim. Gustavo é um profissional importantíssimo, pessoa de pouca fala, mas que sabe o que fala. É extremamente competente e muito sério, fala várias línguas, viaja. É sócio há muito tempo, advoga para nós, formado pela USP, pela FGV, e vem de uma família de esportistas – diz Juvenal, que garante que Adalberto Baptista não estará por trás de qualquer decisão do futebol após a saída.

– Adalberto é meu amigo, figura ímpar, grande negociador, figura de sucesso na vida pessoal, caráter, e está afastado. É conselheiro, importante como os outros, mas pediu demissão do cargo e não está mais, de forma alguma.

Como Adalberto Baptista era conselheiro nomeado pelo presidente para o departamento, a diretoria do São Paulo planejava ocupar o lugar com outro membro do Conselho Deliberativo. A definição, porém, pode acontecer mais tarde, após o remanejamento.

Por enquanto, será Gustavo de Oliveira que cuidará das negociações e fará contato com outros clubes e jogadores. Ao lado dele, o vice de futebol João Paulo de Jesus Lopes dará o suporte e deverá ser mais atuante do que era com Adalberto. A base volta ao comando de Marcos Tadeu Novais.

Lúcio não jogará mais pelo São Paulo. Fora da viagem ao exterior com o elenco, o defensor de 35 anos, que chegou em janeiro, será vendido ou terá o contrato rescindido. Quem garante é o presidente Juvenal Juvêncio, que admite que foi um desentendimento do jogador com o técnico Paulo Autuori que resultou na decisão.

– Não sou diplomático nas minhas respostas. Nunca fui e nunca serei. Nós vamos fazer uma negociação com o Lúcio, vamos negociá-lo. Ele teve um probleminha com o técnico, e a partir daí vamos aproveitar depois dessa semana para termos essa conversa. Tínhamos tido uma sondagem, agora vamos ver se isso é factível – diz Juvenal, que não viajou com a delegação para as Copas Audi, Eusébio e Suruga, ao LANCE!Net.

Questionado sobre a possibilidade de pagar a multa para rescindir o contrato do zagueiro caso não consiga achar um clube interessado em comprá-lo, o presidente prefere manter o otimismo:

– Aí é avançar muito. Como prejudica o clube, prefiro achar que nós podemos negociá-lo – completa. 

Lúcio chegou ao São Paulo como referência, e foi apresentado ainda no fim do ano passado. A ideia da diretoria, de tê-lo como líder no elenco, não funcionou. O defensor teve problemas com Ney Franco, durante a Libertadores, e agora com Autuori. Por decisão da comissão técnica após a demissão do ex-diretor Adalberto Baptista, o zagueiro foi barrado do clássico contra o Corinthians, e cortado da excursão ao exterior.

O zagueiro ainda não foi comunicado da decisão da diretoria de negociá-lo. Até terça-feira, ainda acreditava que poderia ser reintegrado ao elenco após a viagem, mas já admitia a hipótese de ter de deixar o Morumbi. Lúcio jogou em alto nível na Europa entre 2001 e 2012, e crê que ainda terá mercado no exterior. Ele não pode jogar em outro clube da Série A pois já fez dez partidas no Brasileirão

Além da saída de Lúcio, outras mudanças podem acontecer no atual elenco são-paulino. Juvenal Juvêncio não promete, mas afirma que está atento a reforços, e vê deficiências na lateral direita e no setor ofensivo da equipe.

– Como acontece em todas as instituições, algumas contratações nem sempre dão certo. E algumas não deram. Acho que ainda precisamos. Gostei muito do Reinaldo, gostei da volta do Fabrício, que agora ganhou ritmo de jogo, mas eu ainda tenho uma ou duas posições que não estamos bem. E eu estou à procura. Não estou prometendo, mas estou atento. Temos alguns pensamentos, alguns contatos iniciais, mas ainda não temos nenhuma certeza – afirma o presidente, que confirma que as duas posições são a lateral direita e o ataque.

PRESIDENTE VÊ DIRETORIA COMPLETA COM GUSTAVO DE OLIVEIRA

Juvenal Juvêncio não tem pressa para nomear um conselheiro para o cargo de diretor de futebol, antes ocupado por Adalberto Baptista. O presidente está convicto de que o departamento está pleno após a contratação de Gustavo de Oliveira, filho do ex-jogador Sócrates, como gerente de futebol.

– Não tenho nenhuma pressa em fazê-lo. O Gustavo representará muito desse papel. Por ora, o futebol ficará assim. Gustavo é um profissional importantíssimo, pessoa de pouca fala, mas que sabe o que fala. É extremamente competente e muito sério, fala várias línguas, viaja. É sócio há muito tempo, advoga para nós, formado pela USP, pela FGV, e vem de uma família de esportistas – diz Juvenal, que garante que Adalberto Baptista não estará por trás de qualquer decisão do futebol após a saída.

– Adalberto é meu amigo, figura ímpar, grande negociador, figura de sucesso na vida pessoal, caráter, e está afastado. É conselheiro, importante como os outros, mas pediu demissão do cargo e não está mais, de forma alguma.

Como Adalberto Baptista era conselheiro nomeado pelo presidente para o departamento, a diretoria do São Paulo planejava ocupar o lugar com outro membro do Conselho Deliberativo. A definição, porém, pode acontecer mais tarde, após o remanejamento.

Por enquanto, será Gustavo de Oliveira que cuidará das negociações e fará contato com outros clubes e jogadores. Ao lado dele, o vice de futebol João Paulo de Jesus Lopes dará o suporte e deverá ser mais atuante do que era com Adalberto. A base volta ao comando de Marcos Tadeu Novais.