icons.title signature.placeholder Daniel Guimarães e João Matheus Ferreira
05/11/2014
18:20

A tentativa do vice-presidente social do Vasco, Faues Cherene Jassus, o "Mussa", em acionar a Justiça para apontar irregularidade no acúmulo de cargos de Abílio Borges, que hoje comanda o Conselho Deliberativo e a Assembleia Geral, não deu certo. No fim da tarde desta quarta-feira, o juiz Paulo Roberto Campos Fragoso, da 31ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro indeferiu o pedido e negou uma convocação para o Conselho Deliberativo definir um novo nome para o cargo.

Durante o despacho, o juiz mencionou outras ações judiciais envovendo a eleição do Cruz-Maltino e lembrou que a data imposta pelo desembargador Camilo Ruliere é a que deve ser cumprida, tanto que chegou a destacar um trecho da decisão anterior: "a eleição a ser realizada em 11.11.2014 beneficiará a todos, eleitores e elegíveis e dará oportunidade para sanar as irregularidades constatadas pela Junta Eleitoral, evitando a nulidade do pleito eleitoral".

Mussa também é conselheiro do Vasco e está apoiando a chapa "Sempre Vasco", do candidato à presidência Julio Brant. O advogado Alan Belaciano, que também é do grupo, foi quem moveu a ação na Justiça. Também foi protocolado um documento interno pedindo que Abílio não acumule estas duas funções.

Após a reunião desta quarta-feira entre todas as chapas, o Vasco tem quatro candidatos confirmados à presidência: Eduardo Nery (Vasco Mais Que Um Gigante), Eurico Miranda (Volta Vasco, Volta Eurico), Julio Brant (Sempre Vasco) e Roberto Monteiro (Identidade Vasco).