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22/11/2014
11:34

Provavelmente, o ano de 2014 é o pior da história do Botafogo. Sucessivos erros administrativos e dentro de campo levaram o clube a um iminente rebaixamento. Para muitos, o principal culpado de toda essa situação é o presidente Mauricio Assumpção, que verá, domingo, contra a Chapecoense, a última partida como mandatário. E esta pode ser a partida que decretará o rebaixamento do time para a Série B em 2015.

As eleições presidenciais para os próximos três anos estão marcadas para terça-feira. E quem for eleito assumirá o clube no dia seguinte. Sendo assim, estará à frente do Glorioso nas duas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro.

Uma das principais reclamações do elenco durante a campanha pífia no Brasileirão foi o abandono de parte da diretoria. É verdade que o diretor técnico Wilson Gottardo, o assessor executivo Bernardo Arantes e o gerente executivo Aníbal Rouxinol eram presenças constantes nos treinamentos.

Porém, o presidente ficou um longo tempo ausente da atividade por divergências com o grupo de jogadores. Ele só voltou a frequentar os treinos após a demissão de Bolívar, Edilson, Emerson e Julio Cesar. O vice-presidente de futebol Chico Fonseca também foi outro que pouco apareceu no Engenhão durante esta temporada.

– Não tenha dúvidas de que fiz algumas coisas que não eram da função do técnico. Isso foi vivido ao longo desses sete meses. Aparei algumas arestas. Em muitos momentos, atuei em uma área na qual não deveria atuar. Isso, de certa forma, o aproxima dos funcionários, dos atletas, faz com que eles o respeitem, mas não é bom fazer isso sempre – disse o técnico Vagner Mancini.

Mauricio assumiu o clube em janeiro de 2009, após ter sido eleito em pleito com chapa única, substituindo Bebeto de Freitas, que também ficou por seis anos no comando do Alvinegro. Mauricio foi reeleito em 2011 para mais um triênio. Agora, deixa o clube pela porta dos fundos.