icons.title signature.placeholder Maurício Ferro
29/07/2014
14:01

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, o Fluminense venceu o Atlético-PR com autoridade, por 3 a 0, na Arena da Baixada. Para essa partida, o técnico Cristovão Borges optou por escalar o time no 4-5-1, com Valencia entre os titulares no meio de campo. A decisão fez com que Jean e Cícero não precisassem se preocupar tanto com a marcação. O primeiro, inclusive, inaugurou o placar em Curitiba e falou sobre a importância do colombiano.

- Acabamos tendo uma segurança maior para poder jogar (com a entrada de Valencia), sabendo que sempre vai ter alguém ali para suprir a ausência. Acaba me dando um pouco mais de liberdade para poder mostrar as minhas características, que é a chegada vindo de trás, o chute de fora da área, o passe e o lançamento. Mas o importante é que, não só o Valencia, mas todo o grupo estava ajudando. Acho que isso é que foi o importante. - afirmou o camisa 7.

Jean preferiu exaltar o jogo coletivo do Fluminense. Sem esquecer do papel fundamental exercido pelo volante, que foi cortado por lesão da Seleção da Colômbia. Ele exaltou a equipe tricolor, que tem ficado marcada pela boa troca de passes.

- O coletivo fez a diferença nessa partida. Se eu joguei bem, pode ter certeza que não foi só por causa de um jogador. (A presença do Valencia) tem um grande peso, sim, não tenha dúvida. Se tem um jogador que possa suprir a ausência, vamos mais tranquilos para o jogo, mas não é só isso que faz com que o jogador suba de produção - explicou.

O volante divide o centro do gramado com grandes jogadores, como Cícero, Wágner e Conca, por exemplo. Questionado se esse seria o melhor meio de campo do Brasil, foi cauteloso.

- Quem vai provar isso somos nós e os clubes grandes que têm meio de campo forte também. Não vou dizer que o nosso é o mais forte, mas está, sim, entre os melhores. Até mesmo pelo o que a gente vem mostrando dentro de campo.