icons.title signature.placeholder Marcello Vieira
26/11/2013
19:38

Jackson Vasconcelos seguirá como diretor executivo do Fluminense no próximo triênio. O presidente Peter Siemsen sugeriu e a própria forma acachapante com que o atual mandatário foi reeleito empolgou o dirigente a permanecer. Todavia, o papel de Jackson no gerenciamento do clube será redimensionado de acordo com uma nova organização estrutural da instituição, conforme ele faz questão de explicar.

- O Fluminense agora poderá ter uma gestão profissional. É um momento de virada de página. A minha permanência no Fluminense acontece com outro perfil. Vim discutindo isso com o presidente. Não pretendia ficar em nenhum momento com o mesmo perfil do primeiro mandato porque cuidava de tudo e de todos e a gente veio formando a equipe no meio do caminho. Agora não dá mais porque temos que consolidar outras coisas.

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Uma das grandes críticas a Jackson no primeiro mandato de Peter Siemsen era a de que ele assumia um papel centralizador e impossibilitava um modelo gerencial. O próprio diretor executivo garante que essa realidade ficará no passado. Uma necessidade que não existe mais.

- Precisamos de responsáveis por cada área. Criamos uma equipe e agora é mais fácil de trabalhar. Redesenhamos o projeto e agora não precisarei agir com a filosofia interventora do primeiro mandato. Limpamos o terreno nos primeiros três anos e agora poderemos trabalhar com um novo modus operandi.