icons.title signature.placeholder Luiz Carlos Ferreira
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19/07/2013
15:06

O defensor público federal André Ordacgy anunciou nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro (RJ), que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) estipulou um prazo de 30 dias para definir se irá autorizar ou não as demolições do Complexo Esportivo Célio de Barros e do Parque Aquático Júlio de Lamare. Neste período, até o dia 8 de agosto, está proibida qualquer alteração nos equipamentos.

Além disso, ele confirmou que será enviado ao Comitê Olímpico Internacional (COI), via Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), um relatório nos moldes do ofício entregue ao Ministério do Esporte no fim do mês passado, que destaca o valor histórico, o dinheiro investido nos equipamentos e compara com a organização dos Jogos de Londres, no ano passado.

- Eu vi como muito boa (a iniciativa do Iphan). É um primeiro passo no sentido de preservar o patrimônio histórico. Não foi a primeira fez que pedimos uma suspensão provisória. Se vierem a entender que eles devem ser demolidos, recebi a garantia de que eles não vão autorizar a construção de um edifício garagem - disse Ordacgy.

O defensor também lamentou a demora de uma resposta do Ministério. No último protesto no Maracanã, na semana passada, ele havia se mostrado esperançoso com um parecer de Brasília.

- Sinceramente, entendo como inexplicável (a falta de uma resposta), pois o país vai receber Copa do Mundo e Olimpíada. É inexplicável que o Ministério do Esporte ainda não tenha se pronunciado sobre algo que foi enviado de uma maneira formal há um mês - afirmou Ordacgy.

Uma liminar de maio concedida pelo juiz Afonso Henrique Ferreira Barbosa impede a demolição do Júlio de Lamare e do Célio de Barros. O argumento usado foi o de que os equipamentos são tombados, já que fazem parte do Complexo do Maracanã.

O defensor público federal André Ordacgy anunciou nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro (RJ), que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) estipulou um prazo de 30 dias para definir se irá autorizar ou não as demolições do Complexo Esportivo Célio de Barros e do Parque Aquático Júlio de Lamare. Neste período, até o dia 8 de agosto, está proibida qualquer alteração nos equipamentos.

Além disso, ele confirmou que será enviado ao Comitê Olímpico Internacional (COI), via Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), um relatório nos moldes do ofício entregue ao Ministério do Esporte no fim do mês passado, que destaca o valor histórico, o dinheiro investido nos equipamentos e compara com a organização dos Jogos de Londres, no ano passado.

- Eu vi como muito boa (a iniciativa do Iphan). É um primeiro passo no sentido de preservar o patrimônio histórico. Não foi a primeira fez que pedimos uma suspensão provisória. Se vierem a entender que eles devem ser demolidos, recebi a garantia de que eles não vão autorizar a construção de um edifício garagem - disse Ordacgy.

O defensor também lamentou a demora de uma resposta do Ministério. No último protesto no Maracanã, na semana passada, ele havia se mostrado esperançoso com um parecer de Brasília.

- Sinceramente, entendo como inexplicável (a falta de uma resposta), pois o país vai receber Copa do Mundo e Olimpíada. É inexplicável que o Ministério do Esporte ainda não tenha se pronunciado sobre algo que foi enviado de uma maneira formal há um mês - afirmou Ordacgy.

Uma liminar de maio concedida pelo juiz Afonso Henrique Ferreira Barbosa impede a demolição do Júlio de Lamare e do Célio de Barros. O argumento usado foi o de que os equipamentos são tombados, já que fazem parte do Complexo do Maracanã.