icons.title signature.placeholder Igor Siqueira
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17/07/2013
20:57

Dirigentes de Vasco e Ferj argumentaram que a inversão do posicionamento das torcidas no Maracanã para o clássico entre Fluminense e Vasco gera perigo para a segurança. Mas não é bem assim que pensa a Polícia Militar, apesar de esse ter sido o argumento utilizado pela Ferj e pelo Vasco para defender que os vascaínos ocupassem o lado direito das cabines de TV no próximo domingo.

O LANCE!Net apurou que o Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) entende que o trabalho de condução e organização dos torcedores no confronto de domingo será até facilitado. Tudo porque, historicamente, a torcida do Vasco tem como concentração o bairro de São Cristóvão. O fato de agora passar a entrar no Maracanã pelo acesso da estátua do Bellini facilita a logística policial.

Por outro lado, a maior parte das organizadas do Fluminense chega ao estádio vindo do Méier. Acessar as arquibancadas pela Radial Oeste, segundo a PM, também evita mais transtornos.

A única ressalva é a desorientação que alguns torcedores possam ter no dia da partida por conta da novidade no posicionamento. Mas a PM garantiu que não haverá problema e fará a segurança do mesmo modo. O efetivo será de 400 homens fora do estádio, 250 dentro e 600 seguranças privados, além de 30 viaturas.


Desta maneira, fica claro que a intenção dos dirigentes era não ceder pensando apenas em manter a tradição do posicionamento. A segurança foi um pretexto para segundas intenções, omitidas pelos cartolas.

Dinamite se diz a favor de vascaínos que não forem ao Maracanã


Dirigentes de Vasco e Ferj argumentaram que a inversão do posicionamento das torcidas no Maracanã para o clássico entre Fluminense e Vasco gera perigo para a segurança. Mas não é bem assim que pensa a Polícia Militar, apesar de esse ter sido o argumento utilizado pela Ferj e pelo Vasco para defender que os vascaínos ocupassem o lado direito das cabines de TV no próximo domingo.

O LANCE!Net apurou que o Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) entende que o trabalho de condução e organização dos torcedores no confronto de domingo será até facilitado. Tudo porque, historicamente, a torcida do Vasco tem como concentração o bairro de São Cristóvão. O fato de agora passar a entrar no Maracanã pelo acesso da estátua do Bellini facilita a logística policial.

Por outro lado, a maior parte das organizadas do Fluminense chega ao estádio vindo do Méier. Acessar as arquibancadas pela Radial Oeste, segundo a PM, também evita mais transtornos.

A única ressalva é a desorientação que alguns torcedores possam ter no dia da partida por conta da novidade no posicionamento. Mas a PM garantiu que não haverá problema e fará a segurança do mesmo modo. O efetivo será de 400 homens fora do estádio, 250 dentro e 600 seguranças privados, além de 30 viaturas.


Desta maneira, fica claro que a intenção dos dirigentes era não ceder pensando apenas em manter a tradição do posicionamento. A segurança foi um pretexto para segundas intenções, omitidas pelos cartolas.

Dinamite se diz a favor de vascaínos que não forem ao Maracanã